sábado, 14 de maio de 2011

Em Foco na Golfe Magazine de Maio!



Sapatos NIKE LUNAR CONTROL


Experimentei os novos sapatos de golfe NIKE LUNAR CONTROL.
Estão claramente um passo à frente de tudo o que a Nike Golf tinha apresentado até hoje a nível de calçado de Golfe.
Na minha opinião e deixando de lado as características técnicas que a marca anuncia e que podem ser encontradas em http://www.nikegolf.com/, o que ressalta a quem utiliza estes novos sapatos de golfe Nike é o facto de serem extremamente leves, confortáveis, ajustarem-se ao pé sem magoar desde a 1ª utilização e serem impermeáveis. Características quanto a mim essenciais nuns sapatos de golfe. A juntar a tudo isto, são esteticamente muito bonitos. Claro que gostos não se discutem, mas….


Bolas Callaway DIABLO TOUR


O que me surpreendeu ao testar esta nova bola de 3 peças da Callaway, foi a sensação “soft” no impacto. Seja com o Driver, onde a sensação de “disparo” é evidente, à sensação “soft” com que nos presenteia nos ferros e essencialmente no putter, fiquei com a certeza de estar na presença de um produto adequado a uma grande parte de “swings” que se exercita nos nossos campos de golfe. As bolas Callaway “topo de gama”, a Tour i (s) e Tour i (z), adequadas a swings mais “potentes” (assim como outras de marcas concorrentes), são muitas vezes utilizadas por jogadores que em nada beneficiam da sua utilização (onde eu me incluo). Esta opção DIABLO TOUR, poderá trazer mais benefícios ao seu jogo, beneficiando de uma resposta mais adequada e conseguindo com isso, melhores resultados. Experimente!



Putters TaylorMade 2011 GHOST SERIES



CORZA, DAYTONA, FONTANA e MARINELLO. Estes são os 4 modelos da nova gama 2011 GHOST SERIES. E acreditem que vão dar que falar. 
Desde o primeiro contacto que sentimos o peso muito equilibrado em qualquer um dos modelos. Todos beneficiam da inserção na face “Pure Roll”, sistema de grooves que deformam no impacto com a bola, para que estejam em contacto com a mesma em maior número. Esta tecnologia foi concebida e desenhada para reduzir o efeito de “salto” da bola da face do putter normalmente causado no impacto, assim como o efeito de “derrapagem” que também acontece, ao não iniciar de imediato o rolamento desejado.
Se pensa que esta tecnologia não é perceptível nas pancadas que efectuar com estes putters engana-se. Experimente e verá que a bola sai a rolar melhor da face do putter! A mim convenceu-me!
Ah! A Cor branca! Já não é novidade, pois a TayloMade já estendeu à sua gama de Drivers, Madeira de Campo e Híbridos este conceito. Se resulta? Bem, que absorve os raios solares e não nos permite desculpar o putt falhado pelo reflexo do sol no putter, isso é verdade.


Boas tacadas!

Fernando Serpa

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Devo mudar o meu Driver? Porque razão mudar?

 

Muitas vezes quando experimento um novo Driver e consigo um pouco mais de distância, costumo dizer “ ganhei mais 10 metros com este Driver”. Alguns amigos brincam comigo quando me vêem a testar um novo Driver para sobre ele fazer um artigo de opinião, perguntando-me se ganhei mais uns metros e se assim, ao fim de testar tantos, já bato a 600 metros de distância.

Claro que achando que batemos sempre mais um pouco mais com a nova “bomba” que se está a experimentar em comparação com o que estávamos a utilizar, é sempre legítimo que nos questionem, se não estamos já a fazer de 600 metros de distância em carry.

Brincadeira à parte, porque razão se deverá então mudar de Driver? Se batemos bem com o Driver que temos no saco, porque razão mudar?

É certo que as poderosas “máquinas” de Marketing das principais marcas de material de golfe, fazem um trabalho notável na criação de necessidades que pensávamos não ter, levando-nos com isso a trocar o material que até aí funcionava na perfeição, na esperança de atingirmos o resultado que se revelava inatingível, mas que por momentos sonhamos possível.

Mas será que é tudo Marketing? Será que não temos nenhum benefício prático em trocar o modelo do ano passado pelo que o substitui este ano?

Claro que temos vantagem e faz sentido trocar (se tivermos uns euros de parte para o fazer), pois as marcas quando fazem alterações em modelos que comercializam, ou lançam modelos novos, incorporam novas tecnologias que fruto de muito trabalho de pesquisa e desenvolvimento, trazem benefícios aos utilizadores.

Alterações no posicionamento do Centro de Gravidade, introdução de materiais mais leves mas simultaneamente mais resistentes na sua produção, novas varetas, incorporação de sistemas de afinação que permitem adequar o material ao tipo de swing do jogador, entre outros, são factores que ajudam a melhorar a qualidade do nosso jogo.
Podemos não conseguir mais distância, o que nem sempre é o mais importante. A consistência dos shots, a melhoria da “qualidade do shot falhado” (esse é para mim o principal factor pelo qual devemos trocar de material, aliado à componente técnica do swing que deve ser trabalhada com um bom profissional de ensino) e a adequação do material ao nosso swing, são os factores determinantes para mudar de material.

A distância não é tudo, mas é também um factor de sucesso no nosso jogo. Contudo, já verificou quantos dos jogadores mais compridos do PGA Tour ou do European Tour estão entre os 10 primeiros das respectivas ordens de mérito?

Veja se o material que tem no seu saco é adequado ao seu swing e se não for, procure um Fitter experiente e credível, que lhe aconselhe o material adequado.

Boas tacadas!!!

Fernando Serpa

terça-feira, 19 de abril de 2011

Nos bastidores com … Ricardo Candeias!


Do sonho à realidade!

Ricardo Candeias teve o seu primeiro contacto com o golfe aos 6 anos de idade, por iniciativa do seu pai. Gostou de imediato. A partir dessa experiência começou a frequentar o Clube de Campo da Aroeira quase todos os fins-de-semana, acompanhando os seus pais, também jogadores de golfe e a desenvolver uma forte paixão pelo Golfe. Paixão que continuou a crescer até aos dias de hoje.
Por volta dos 8 anos de idade começou a jogar torneios, maioritariamente na Aroeira e aos 14 anos representou a Selecção Nacional pela primeira e única vez, num “match” contra a Selecção Espanhola em Valladolid, ao lado de excelentes jogadores como Tiago Cruz e Ricardo Santos. Continuou a jogar sem grandes objectivos até aos 18 anos (mas sempre com o sonho de ser jogador de golfe profissional), altura em que entrou para a Universidade e praticamente deixou de jogar/treinar, parando por completo durante dois anos, após ter ingressado no programa de mobilidade Erasmus.

Finalmente acabados os estudos e depois de uma passagem enquanto funcionário da empresa responsável pela construção do campo de golfe da Aldeia dos Capuchos, surgiu a oportunidade de levar o golfe mais a sério e tentar enveredar pelo profissionalismo. Era então handicap 5 e tinha para conseguir levar por diante este objectivo/sonho, um longo caminho pela frente.
Recomeçou a jogar provas da Federação Portuguesa de Golfe em 2007, tendo em 2008 obtido a sua primeira e única vitória no circuito Tranquilidade da F.P.G., no campo de golfe de Montebelo, terminando nesse ano nos 10 primeiros da ordem de mérito. Em 2009, embora não ganhando nenhum torneio, teve uma época bastante regular, terminando também dentro dos 10 primeiros da ordem de mérito.

Em 2010 passou a profissional e novos desafios se lhe depararam. Iniciou a sua carreira enquanto profissional contando desde logo com o patrocínio da Cleveland Golf e dos Laboratórios Edol, assim como o apoio da revista Golf2all. A partir de 2011 passou a contar com o patrocínio dos sapatos de golfe Lambda. Fortes e excelentes apoios para quem está a iniciar a sua carreira. Quando recebeu o patrocínio da Cleveland Golf, contou com um fitting realizado pelo Fitter Fernando Serpa, que o continua a apoiar no que diz respeito ao material com que joga e suas especificações

Participou em provas do IGT Tour em Portugal e Espanha, assim como do EPD Tour na Alemanha. Foi um ano de aprendizagem, que em muito preparou Ricardo Candeias para os desafios que se lhe avizinham. Em 2011, a sua primeira participação foi no circuito EPD Tour, no Cimar Open Samanah, em Marrocos, onde passou o seu 1º Cut neste circuito, terminando na 41ª posição.

Perguntamos a Ricardo Candeias, se a realização do fitting e o facto de passar a jogar com material Cleveland adequado às suas características, lhe trouxe efectivamente uma melhoria ao seu jogo:

“
O apoio/patrocínio que recebi da Cleveland Golf foi sem dúvida um factor determinante na melhoria do meu jogo, mas este apoio não pode ser dissociado de forma alguma, do fitting realizado pelo Fernando Serpa. Pese embora o facto do excelente material disponibilizado pela marca, a verdade é que o fitting é essencial para qualquer jogador, independentemente do seu nível de jogo. O fitting é sem dúvida um valor acrescentado.
Quero aproveitar para deixar uma palavra de agradecimento a todos os meus patrocinadores e apoiantes, a Cleveland Golf, Golf2all, laboratórios Edol, ao campo do Paço do Lumiar, Colin Smith e claro ao meu Fitter e grande amigo Fernando Serpa.”

Ricardo Candeias tinha um sonho, uma ambição e lutou por ela. O 1º passo está dado e agora, muitos outros se seguirão. Para todos os que possam ter alguma dúvida se um jogador que não fez uma carreira enquanto Amador de Alta Competição e nunca foi handicap zero ou plus, pode chegar longe, a resposta fica em aberto. O certo é que os seus patrocinadores, amigos e acima de tudo ele próprio acreditam.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Novas “armas” Cleveland 2011



Não sendo um veterano no Golfe, a minha memória da marca Cleveland é sobretudo feita dos magníficos wedges que à uns anos tive no meu saco e de uma soberba Madeira de Campo Launcher nº 5 (19º) com a famosa vareta Fujikura “Dourada”, com a qual dei o 2º shot que me possibilitou fazer o meu primeiro “Eagle” no buraco 9 do campo Aroeira I. Nunca me poderei esquecer da Cleveland, mais que não seja pelo 1º “Eagle” que a Madeira 5 me proporcionou. É óbvio que tempos depois, fruto da minha tendência consumista a troquei e me arrependi, claro!

A Srixon/Cleveland é hoje um Grupo de referência no panorama do Golfe Mundial, fruto da aquisição da Cleveland por parte da Srixon, o que veio fazer com que a união destas duas marcas as transforma-se num grupo forte, com produtos que se complementam e completam.

A Srixon/Cleveland apresentou para 2011 uma gama de material Cleveland onde se destaca a utilização das novíssimas varetas Miyazaki Kúa. Que eu saiba, A Srixon/Cleveland é a única empresa a utilizar Internacionalmente de série estas varetas, pois até ao momento a produção desta marca era exclusiva para o Mercado Asiático.
Como dado interessante, o jogador Cleveland Boo Weekley, começou a usar em 2010  a vareta Miyazaki C Kúa de 39 gr e como resultado, pelo facto de ter reduzido significativamente o peso global do seu Driver, aumentou a sua distância média.   O princípio é simples, está relacionado com uma maior velocidade que se consegue gerar na cabeça do Driver no momento do impacto na bola, face à redução de peso na vareta e concentração de maior massa na extremidade do Driver (cabeça do mesmo).
Pois bem, isso mesmo foi o que a Cleveland fez com a introdução de varetas super leves nos seus Drivers, Madeiras de Campo e Híbridos. Mas não pensem que por as varetas serem leves, são muito flexíveis ou têm torques que não “aguentam” swings potentes.  As varetas Miyazaki surpreenderam-me pela positiva.

Nos Drivers a Cleveland oferece actualmente 3 modelos. Eles são:

- Launcher TL310 (pesa 310gr), vareta Miyazaki C.Kua 59, swing weigth D4 nas habituais flexibilidades R, S e X;

 - Launcher SL 290 (pesa 290gr), vareta Miyazaki C.Kua 43, swing weigth D5 nas flexibilidades A, R, S e X;

- Launcher XL 270 e XL 270 Draw (pesam 270gr), vareta Miyazaki C. Kua 39, swing weigth D6, nas flexibilidades A, R e S.

Os lofts oferecidos são de 9º, 10,5º e 12º nos modelos XL 270 e SL 290, sendo que no TL310, os lofts são de 8,5º, 9,5º e 10,5º. O que se verifica, é que quanto mais leve é a vareta utilizada no Driver, maior é o swing weigth do mesmo, em função da maior massa concentrada na cabeça do mesmo. Ou seja, quanto mais leve a vareta utilizada, maior velocidade se vai conseguir gerar na cabeça do Driver. Todos os 3 modelos têm cabeças de 460 cc.
É certo que a Cleveland não está a utilizar nos seus Drivers as tecnologias de “afinação” de abertura/fecho da face, loft e lie, que outros seus competidores oferecem (fazem-no somente no seu novo Driver Srixon), mas temos aqui um Driver de formato conservador/tradicional, com tecnologia de ponta no que diz respeito à vareta utilizada de série e à redução de peso conseguida (para isso também contribuem grips leves e redução de peso nas cabeças), que vai encontrar muitos swings onde se “encaixar”. Testei-os e fiquei muito bem impressionado com estes novos Drivers. Fáceis de jogar, a leveza do conjunto vareta/cabeça é realmente um factor determinante na velocidade que se consegue aplicar no momento de impacto na bola.

A nova Madeira de Campo Launcher FL segue na linha da sua antecessora, em tudo o que de bom em si encerrava, mas com tudo o que de novo a Cleveland colocou ao serviço desta nova linha. Vareta Miyazaki C.Kua 43, lofts que vão desde os 13º (3+), 15º e 17º para as Madeiras 3 e Madeiras 5 e 7, com 19º e 22º respectivamente. Para mim, são as melhores Madeiras de Campo que temos actualmente no mercado, se equipadas com a vareta certa para o nosso swing. Fáceis de bater do Tee ou do Fairway, tal como as suas antecessoras, são as Madeiras de Campo mais equilibradas que actualmente temos ao dispor. Com isto não estou a dizer que as outras marcas não dispõem de excelentes Madeiras de Campo, mas estas na minha opinião, sobressaem-se das restantes pelo seu equilíbrio geral.

Por último uma referência aos novos Híbridos Mashie. Visualmente têm uma imagem de um taco antigo (cabeça de cor cinza “envelhecido”), tendo na sola o sistema GLIDERAIL (TM) SOLE DESIGN, que consiste num sistema de duplo rail, que facilita os shots de todos os tipos de lies e em especial de lies mais “apertados”. Claro que também vêm equipados com as varetas Miyazaki Hybrid C. Kua 59, nas flexibilidades A, R, S, X que lhe conferem um toque e “disparo” de bola estonteantes. De todo o novo material que aqui falei, os Híbridos são os que mais me surpreendem positivamente, tendo sido de todo o material que testei, o que mais se distanciou da já excelente gama que a Cleveland tinha apresentado em 2009/2010. Se tivesse de os caracterizar em duas palavras diria, “controlo com distância”.

Não me vou alongar mais, enunciando detalhes e características técnicas sobre este material, pois facilmente podem aceder ao mesmo em www.clevelandgolf.com, evitando assim também que alguns “leitores” me possam acusar de fazer “copy -paste” de elementos que obviamente não posso alterar, se não transcrever, para não correr o risco de inventar, algo que não posso nem devo fazer!

Como conclusão, reitero que temos na gama Cleveland 2011, material de excelente qualidade, equipado com varetas de excepção, usando o sistema “Ultralite Technology”, que vai surpreender e agradar a todos quantos decidam lhe dar uma oportunidade e experimentar estas novas “armas”.

Para quem costuma consultar a Hot Golf Digest List, poderá constatar que a Cleveland se encontra muito bem representada em 2011. Todos os seus 3 modelos de Drivers, Wedges e Putters receberam a classificação GOLD em 2011.

Em breve farei um artigo sobre os ferros e wedges Cleveland CG16.

PS: Sabia que Graeme McDowell trocou uma das maiores marcas de golfe mundiais pela Srixon/Cleveland Golf? Se ele confia e trocou, porque é que você não há-de confiar?

terça-feira, 12 de abril de 2011

Madeiras de Fairway! Que lofts usar?


Tenho enquanto Fitter, realizado ao longo dos últimos 2 anos imensos Fittings, aos mais variados tipos de jogadores. Profissionais, Amadores de Alta-Competição, assim como Amadores dos mais distintos handicaps e capacidades. Fruto desse trabalho, deixo aqui algumas considerações a ter em conta, quando colocar uma Madeira de Campo no seu saco.

As Madeiras de Campo, são peças fundamentais no nosso saco de golfe, pela sua utilização no Fairway ou no Tee, quando as características do buraco em que estamos a jogar assim nos "obrigam".

Quando um Amador (e aqui refiro Amador em geral, não o de Alta-Competição) olha para as Madeiras de Campo que tem no seu saco, deve de perguntar a si mesmo que distância  faz com a sua Madeira 3 (normalmente de 15º) e com a sua Madeira 5 (18º ou 19º). É vulgar encontrar Amadores que fazem mais distância com a sua Madeira 5 do que com a Madeira 3. Surpreendidos? Não devem de ficar. Isto tem uma razão de ser.
Um Amador de hcp médio/alto ou alto (não gosto muito de catalocar os jogadores por hcp no que concerne à análise que estou a fazer, pois existem jogadores que têm hcp alto, por via de um mau jogo curto), ou mesmo de hcp médio que tenha dificuldade em jogar a Madeira de Campo do Fairway, tem normalmente mais dificuldade em "levantar" a bola com a sua Madeira 3 do que com a sua Madeira 5. As razões para que isso aconteça são (no que diz respeito ao material, que é a minha área) o facto de a Madeira 3 ter menos loft que a Madeira 5 (15º na Madeira 3, contra os 18º/19º da Madeira 5) e também pelo facto da Madeira 5 ter a vareta mais curta, o que facilita a sua utilização, via um melhor controlo no movimento de swing.

O que fazer nestes casos? Bem, a solução é simples e está testada, inclusivamente por mim em imensos fittings realizados, onde esta situação se coloca.

Retire a sua Madeira 3 e 5 do saco e substitua por uma Madeira 4. Sim, Madeira 4. A vantagem é clara. Vai obter mais distância e controlo do que com a sua Madeira 3, pelo facto de ter um pouco mais de loft (normalmente 17º) e a vareta vai ser um pouco mais curta (em média 0,5"). Não necessita assim, até consolidar o seu swing e eventualmente baixar de hcp, colocar Madeira 3 e 5 no saco, que não o vão ajudar no seu jogo, até que tenha alcançado um patamar de controlo do seu swing, que possibilite potenciar as vantagens que a utilização de uma Madeira 3 e 5 podem oferecer.

As marcas de referência oferecem-lhe esta opção, tais como a Titleist, a TaylorMade, a Nike e Cleveland (esta chama Madeira 3 à sua Madeira de 17º), entre outras.

Se tem "problemas" com a sua Madeira 3 e se revê na análise que aqui fiz, experimente e comprove que terá melhores resultados com uma Madeira 4.

Boas tacadas!!!

Fernando Serpa


terça-feira, 15 de março de 2011

NOVO Driver SQ Machspeed Black Round & Square!!

Falhem se forem capazes…



Em 2010 decidi escrever uma nota nos meios de comunicação de golfe onde os meus artigos eram publicados, para esclarecer algumas cabeças mais “iluminadas”, de qual a razão pela qual nos meus artigos de opinião, não dizia mal de nenhum equipamento.
Não me quero repetir, mas relembro dois dos pontos que julgo terem mais importância nesse esclarecimento que fiz, que foram: 1º não sou dono da verdade absoluta; 2º hoje em dia as marcas de referência não fazem material mau (se é que algum dia o fizeram) e o que pode ser inadequado para mim, pode ser adequado para outro jogador e vice-versa.

No entanto o que posso e faço, é expressar uma opinião mais “viva” ou mais “emocional”, sempre e quando encontro um equipamento que me desperta reacções/sensações, seja pela facilidade com que se manuseia, seja pela melhoria que me traz ao meu jogo, ou até, resultado dos fittings que fiz e faço, verificando se o material em questão se enquadra num largo espectro de jogadores/swings, transformando-se assim numa mais valia para o jogo dos mesmos.

Se isso aconteceu com o Driver Nike SQ Machspeed, agora reforçou-se com os novos Drivers Nike SQ Machspeed Black Round e Square.

Afirmo sem hesitar, que desde há cerca de 3/4 anos a esta parte, a Nike Golf deu um salto qualitativo no material que passou a apresentar ao mercado. A partir da gama Nike VR e Machspeed, a marca está irreconhecível. Em Portugal, ainda vemos muita gente a torcer o nariz quando se fala de Nike, mas quando assistimos ao Demo/Fitting Days desta marca, percebemos a reacção dos jogadores depois de testarem estes novos equipamentos. Não tem nada a ver com a ideia que tinham e ficam surpreendidos pela qualidade dos equipamentos apresentados.

Em relação aos novos Drivers Nike SQ Machspeed Black Round e Square e em comparação com a versão anterior, para a qual comecei na altura o meu artigo de opinião com uma afirmação algo provocatória “Falhar! Missão (quase) impossível…”, existem logo à partida duas diferenças no que diz respeito ao formato/estilo, mas existem também duas outras que se evidenciam, no que diz respeito às especificações/performance.

No formato/estilo as diferenças mais notórias são a introdução da cor preta em toda a cabeça destes Drivers e a separação em dois formatos distintos (redondo e quadrado).
Desde logo e apesar da excelente performance apresentada pelo antecessor SQ Machspeed, o certo é que havia jogadores que só pelo formato quadrado nem o queriam experimentar. É preciso também referir, que um Driver que foi concebido a pensar em jogadores de handicap médio, médio/alto e alto, despertou a curiosidade de muitos jogadores de aptidões confirmadas para o golfe. Quem não se lembra há 2 anos atrás Justin Leonard afirmar acerca do Driver SQ Machspeed “This is my new secret weapon”  e reforçando “I am hitting 10-12 yards further and am really excited to put it in play”. Justin Leonard ou Simon Dyson, que na altura também optou por este Driver, poderiam ter optado pelo Driver Victory Red, de formato mais convencional e pensado para jogadores “mais talentosos”. Agora, esteticamente a Nike Golfe apresenta este produto que na versão “”Round”, de formato mais convencional agradará decerto aos mais “puristas”.
Mas a diferença de formato, não se resume a uma questão estética, pois a versão quadrada com o mesmo loft oferece-nos um maior ângulo de lançamento, que é favorável para jogadores com velocidades de swing mais baixas. Esta é quanto a mim a 2ª grande diferença. A versão “Black Round”, mais convencional e proporcionando com o loft similar à versão “Black Square” um ângulo de lançamento inferior, vai encaixar-se melhor em jogadores com velocidades de swing um pouco mais elevadas. Mas não se pense que estas afirmações que faço são verdades absolutas, pois habituei-me a verificar que no golfe existem poucas verdades absolutas.

Não podemos esquecer o sistema “Nike’s Total Swing Aerodinamics Design”, que a Nike Golf apresentou no antecessor destes novos Machspeed Black e que resultou da análise efectuada ao movimento da cabeça do Driver durante a descida, impacto na bola e finalização do swing. Dessa análise, os engenheiros da Nike Golf procuraram criar uma maior aerodinâmica na cabeça do Driver, permitindo assim gerar uma maior velocidade da mesma e com isso conseguir uma maior velocidade da saída bola da face do taco. Este sistema foi agora nas novas versões Black, aperfeiçoado e melhorado.

Facilidade e perdão, continuam a ser as palavras de ordem destas pérolas. A bola recupera dos shots descentrados com uma mínima perda de distância. O que possibilita isso acontecer, é que nos shots fora do centro da face os níveis de spin são reduzidos, não intensificando o efeito provocado na bola. Assim, um efeito de slice é minimizado, assim como um efeito de hook. Para isto contribuem os centros de gravidade baixos e colocados na parte de trás da cabeça dos Drivers, sendo que na versão Square, ainda notamos mais esse “perdão”. Para mim, a versão Square é uma das melhores opções que temos actualmente no mercado para o segmento de “game improvament”, sendo que a versão Round vai surpreender muita gente e captar imensos adeptos.

Experimentei ambas as versões do Machspeed Black com loft de 9,5º, com as varetas de origem Nike Fubuki 50 em stiff, tendo também experimentado as duas versões com a vareta Project X 6.0 que vem a equipar o novo Driver Nike Victory Red. Achei a vareta Project X 6.0, mais adequado para as minhas necessidades, mas isso não é o que interessa. O que é importante, é que arranje uma combinação vareta/cabeça, que funcione no seu swing (isto é válido para todos os Drivers de todas as marcas). A Nike Golf oferece muitas outras opções de varetas, onde decerto encontraremos a indicada para o nosso swing.

Ambas as versões são excelentes opções, mas confesso que o redondo se adequou mais às minhas necessidades. Mas usaria o quadrado se verificasse que com ele, obtinha mais “fairways in regulation”. Já cheguei à algum tempo à conclusão, que prefiro mais fazer um bom resultado do que apostar na estética e acabar uma volta com vergonha de dizer o score.

Ambos são oferecidos com lofts de 8,5º, 9,5º, 10,5º, 11,5º e HL, estando também disponível uma versão de senhora HL (loft 13º) com a vareta Women Nike Fubuki em W flex.

Mas nem só de aerodinâmica vive este Driver. O sistema STR8-FIT, continua a ser oferecido nestas versões, permitindo 8 posições distintas de cabeça (de 2º aberta a 2º fechada), ajudando os jogadores a encontrar aquela, que melhor se ajusta ao seu swing. Para nós fitters, estes sistemas de afinação dos Drivers, são essenciais para encontrar a melhor especificação para o jogador. Num desporto reconhecidamente difícil, todas as ajudas são bem vindas.

Tenho a certeza que a Nike Golf vai conquistar o seu lugar no mercado de golfe nacional, o que é sempre bom. Quando mais empresas/marcas existirem a discutir a preferência dos jogadores, mais e melhor seremos servidos enquanto jogadores.
Estou certo que cada vez mais jogadores se vão aperceber que encontram neste material de que aqui vos falo, opções extremamente válidas para melhorar o seu jogo/score e baixar o handicap.


Boas tacadas!!!!!!

Fernando Serpa

sábado, 12 de fevereiro de 2011

TaylorMade R11 - "O branco está na moda!"


Em Janeiro de 2009, a TaylorMade foi claramente revolucionária, ao introduzir o sistema “FCT” (Flight Control Technology), que consistia na possibilidade de desapertar o parafuso na base da cabeça do Driver e rodar a vareta, conseguindo-se desta forma alterações de loft, lie e abertura da face. Aliado ao sistema “MWT” (Movable Weight Technology) de 3 portas com pesos permutáveis, o R9 tornou-se na altura um Driver de referência no mercado, pela vasta oferta de possibilidades de ajustamento. Dessa forma pôde cobrir mais do que qualquer outra marca, juntamente com a oferta de varetas que disponibilizou, um maior espectro de jogadores/swings.

Agora em Fevereiro de 2011, a TaylorMade conseguiu melhorar o que foi considerado por muitos, como o Driver de referência dos últimos anos no Golfe. Para isso criou o R11.

Mas em que é que o R11 é melhor que o seu antecessor?
O sistema “MWT” (Movable Weight Technology) de 2 portas com pesos permutáveis, já nosso conhecido do R9 SuperTri mantém-se, assim como o sistema “FCT” (Flight Control Technology), que nos dá a possibilidade de alterar loft, ao desapertar o parafuso na base da cabeça do Driver alterando as suas especificações. A cabeça tem 440 cc (vamos ver quanto tempo a TaylorMade demora a lançar o R11 com 460cc). A maior inovação, prende-se com a introdução do sistema “ASP” (Adjustable Sole Plate), que permite abrir e fechar a face do Driver, independentemente da alteração de loft, o que até aqui não acontecia com o R9. Este sistema, vem permitir alterar o loft do Driver, sem que com isso tenhamos de abrir ou fechar a face, como acontecia no seu antecessor. Parece uma “pequena” alteração, mas garanto-vos que faz toda a diferença, na procura das especificações certas para um jogador.

Além da introdução do sistema “ASP”, como principais novidades o R11 apresenta também um formato de cabeça mais aerodinâmico (rounded crown), reduzindo assim a resistência ao ar no down swing, permitindo dessa forma que, com a mesma velocidade de swing se consiga gerar mais velocidade na cabeça do Driver e a cor branca da coroa, conjugada com a face preta, facilita o alinhamento no address.

A juntar a toda esta inovação e de forma a “fechar” este pacote de inovações, a TaylorMade colocou de série no seu
R11 a vareta Fujikura Blur 60 e 65 (outras opções estarão também disponíveis). Esta vareta é a mais recente pérola da Fujikura (http://www.fujikuragolf.com) que usa como slogan “the  fastest shaft in golf”. Para isso contribuem as muito leves fibras de carbono, que estão na base do fabrico desta vareta.
 
A vareta Fujikura Blur 60 é oferecida em flexibilidades X (60g), S (59g), R (58g) e M (56g), com torque de 3,5º à excepção da flexibilidade M que tem um torque de 3,7º.
A vareta Fujikura Blur 65 só tem flexibilidades X (64g), S (63g), e R (63g), com torque 4,1º.
Pelas especificações apresentadas de ambas as varetas, podemos verificar que a 65, apesar de mais pesada, é claramente mais “macia” na mão ao toque pelo torque que apresenta, sendo que mesmo a 60 com torque 3,5º não se sente “dura”, mas por ventura se ajustará melhor a velocidades de swing um pouco mais rápidas.

Para já, a TaylorMade disponibiliza o seu R11 com lofts de 9º e 10,5º.

Experimentei o R11 9º com vareta Fujikura Blur 60 Stiff. Achei a conjugação cabeça/vareta simplesmente “espectacular”, apesar de como sempre digo, as varetas só são boas se estiverem adequadas ao nosso swing. A cor branca da cabeça, facilita realmente o alinhamento e dá confiança no address. Para obter o melhor desempenho possível e após vários testes, coloquei o sistema “FCT” neutro, o sistema “MWT” com o peso de maior gramagem junto à vareta e o sistema “ASP” open, ou seja com a face aberta. Não consigo afirmar ou confirmar se consegui distância adicional com este Driver em relação ao seu antecessor (apesar dos estudos que a TaylorMade efectuou comprovarem que se consegue distância adicional média de 6 jardas, comparativamente ao SuperTri), mas acima de tudo senti muita consistência nos tee shots. Isso para mim, é o mais importante.

Posso dizer que este
R11 não me surpreendeu. Não porque a tecnologia empregue não seja de ponta ou os materiais utilizados de invejável qualidade, mas porque vindo da TaylorMade, já nada me surpreende. Estão sempre à frente no que toda a inovação.

Quando ler este artigo, o R11 já deve de estar disponível nas lojas. Excelente oportunidade para testar e descobrir a configuração e vareta, que melhor encaixa no seu swing.

PS: Atenção, porque o Driver R11, não vem só. Muito em breve teremos também a Madeira de Campo e o Híbrido. E tudo “vestido” de branco, claro!


Boas tacadas!!!!!!
Fernando Serpa
fserpagolfe@sapo.pt

TaylorMade Burner Superfast 2.0

Comprido, muito comprido e branco!

Não se trata simplesmente de um restiling. O novo Driver TaylorMade Superfast 2.0 está melhor que o seu antecessor.

Contudo existem pontos em comum entre o Burner Superfast e Burner Superfast 2.0. As varetas que equipam o 2.0 são as mesmas que no anterior Superfast. Tanto na versão standard, como na versão TP. A extremamente leve Matrix XCON 4.8 na versão standard (entre 44g e 46g dependendo da flexibilidade) e a Matrix XCON HD6 (X-Stiff e Stiff 65g) e XCON 5 (Regular 56g), na versão TP. Na versão standard o comprimento da vareta mantêm-se em 46,5”, bastante comprida por sinal, possibilitando dessa forma gerar maior velocidade na cabeça do Driver. Curiosa é a diminuição de 46” para 45,5” nas varetas da versão TP. Será para mais controlo?

O que difere e foi melhorado na versão 2.0, além da introdução da cor branca na coroa do Driver, que em contraste com a face preta facilita um melhor alinhamento no address, foi a redução do peso, passando para 279g, sendo assim o Driver mais leve que a TaylorMade jamais produziu. A face mais larga e mais baixa, promove um Centro de Gravidade (CG) mais baixo e posicionado atrás, aumentando assim o ângulo de lançamento e simultaneamente reduzindo o spin.
Novo formato da cabeça, mais aerodinâmico, com tecnologia de cone invertido na face, cria o maior sweetspot que a TaylorMade já apresentou num Driver.

Se quando escrevi um artigo de opinião sobre o Driver Burner Superfast o caracterizei numa palavra como “comprido”, agora na versão 2.0, tenho de caracterizá-lo em duas palavras. “Muito comprido”.




De resto, tudo o que o Burner Superfast apresentava como valor acrescentado, mantém na versão 2.0.
Quando se bate o Superfast 2.0 a noção com que ficamos é que o nosso arco de swing é maior, que com a nossa velocidade de swing normal se gera mais velocidade na cabeça do taco e que a bola anda mais do que o que estamos habituados (salvaguardo sempre o facto de termos para isso, de estar a jogar com a vareta adequada ao nosso swing).

O formato, a leveza e o elevado MOI da cabeça do Burner Superfast 2.0, faz com que o classifique como um Driver fácil de bater. É por isso, um taco que serve um vasto leque de jogadores/swings, entre a versão standard e TP, nos mais variados lofts e varetas disponíveis.

Encontrei na versão TP com a vareta Matrix XCON HD6 Stiff e 10,5º de loft, a especificação ideal para o meu swing, gerando um ângulo de lançamento e um spin que me garante um voo de bola consistente com uma relação distância/precisão, acima da média que até aqui tinha encontrado.

Se esta pérola seduziu o “Fashion Player” Camilo Villegas, não o irá seduzir a si também?

Já disponível numa loja de golfe perto de si.

Boas tacadas!!!!!!
Fernando Serpa
fserpagolfe@sapo.pt

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Os Drivers, os lofts e as varetas!!!


Como Fitter, uma das coisas que mais tenho visto quando analiso o equipamento dos jogadores a quem vou fazer um fitting, é Drivers com loft a menos e varetas desadequadas (Stiff ,rijas/duras de mais).

Já escrevi diversas vezes, que acho que os jogadores de golfe (homens) devem sentir que mais loft e varetas mais "suaves" (menos stiff),  representam menor masculinidade ou virilidade. Sabia que o nº 1 do mundo (Lee Westwood) joga com um Driver Ping G15 com loft 11º?

Todos nós temos parceiros de jogo que batem a bola baixa e cortada, fruto de um péssimo ângulo de lançamento e vareta desadequada. Sinto muitas vezes, que ao comentar que a bola está a sair muito baixa, ou seja com pouco ângulo de lançamento, os jogadores discordam e acham até que a bola vai muito alta e que se fosse ainda mais alta, não andaria muito. Então se estiver a jogar contra o vento, comentam os jogadores, a bola sobe e não anda para a frente.

Mais ângulo de lançamento não significa obrigatóriamente mais loft e menos ângulo de lançamento também não significa obrigatóriamente menos loft.

Se observármos jogadores de golfe profissionais, vimos que batem as bolas mais altas que nós amadores e que elas andam muito, mas mesmo muito. Claro que as nossas velocidades de swing, não se comparam e também não treinamos como eles treinam, mas que os bons exemplos são para seguir, isso ninguém pode negar.
O que necessitamos é de conseguir um vôo de bola suficientemente "alto" conjugado com níveis de spin relativamente baixos para com isso potenciar um maior vôo de bola no ar ( e contra o vento, andam na mesma). Mais "carry" com menos spin, significa que a bola terá um ângulo descendente menor e assim quando "aterrar" ainda fará uns metros extra de rolamento. Mesmo contra o vento, voará muito. O que é muito perigoso contra o vento, são os efeitos que normalmente imprimimos na bola (slice ou hook) que geralmente são potenciadores de bolas curtas e fora do campo.

Para se conseguir maximizar a distância, temos de encontrar a melhor relação loft/vareta, por forma a encontrar o melhor ângulo de lançamento com os níveis de spin adequados. Também não se pense que não queremos spin na bola, pois necessitamos dele na quantidade certa.

Se queremos aumentar o nosso ângulo de lançamento com menos spin, deveremos procurar aumentar o loft do nosso Driver, conjugando depois com uma vareta que nos reduza os níveis de spin, através de um "kick point" (ponto de quebra) mais alto e/ou maior peso da vareta, conjugado com o torque da mesma.

No caso de termos um jogador que imprime um baixo nível de spin na bola, e necessitemos de lhe melhorar o ângulo de lançamento, podemos conseguir a relação adequada  mantendo o loft e conjugando com uma vareta com um "kick point" mais baixo , mais leve e mais soft.

Estas são algumas das muitas variantes que são de extrema importância na adequação do Driver ao swing do jogador (muitas mais existem, mas também não se podem desvendar todos os segredos do "negócio").

Deixo como conselho que antes de trocar de Driver e caso não faça um fitting,  analise o seu voo de bola e ângulo de lançamento, pois ele diz-lhe de imediato se o Driver com que joga está adequado ao seu swing.

Boas tacadas!!!

Fernando Serpa