quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hole19: Nasce a mais completa aplicação mobile para golfistas


Brevemente, será apresentada uma das mais avançadas aplicações de smartphones para os amantes do golfe. A Hole 19, criada por uma Start-up portuguesa, permite planear os “rounds” e as jogadas, gravar e partilhar pontuações e estatísticas na Internet e nas redes sociais, bem comopromover o contacto com profissionais.

A start up portuguesa Stat-Track Technologies, Lda anunciou o lançamento daHole19 – Smarter Golf, uma plataforma web e mobile que inclui um site e uma aplicação para iPhone, que será lançada brevemente na App Store da Apple. Compatível também com o iPad 3G, a aplicação Hole 19 estará disponível para smartphones com sistema Android ainda este ano.
Trata-se de uma aplicação inovadora com diferentes funcionalidades que prometem ajudar o golfista a melhorar o seu jogo. A aplicação permite, por exemplo, que os golfistas obtenham uma vista aérea de todos os buracos do campo e escolhendo um ponto qualquer no mapa, medir as distâncias, para preparar a jogada. Através de posicionamento GPS, a Hole 19 calcula automaticamente a distância da pancada com cada taco e recomenda ao jogador o taco ideal, baseando-se nas distâncias personalizadas do utilizador.
A aplicação inclui mapas exactos e precisos da maioria dos  campos de Golfe em Portugal e irá também disponibilizar brevemente  campos completos em Espanha, bem como alguns dos principais campos  internacionais.
Todo este processo pode ser automaticamente registado no site http://www.hole19golf.com onde, em tempo real, se podem analisar os dados estatísticos, partilhá-los com a comunidade, através do site, do Facebook ou do Twitter, e até optimizar o jogo recorrendo à opinião de instrutores profissionais,  através do serviço Hole 19 Academy.
«A Hole19 quer estar entre as melhores aplicações de golfe do mundo e esperamos que venha a ser utilizada por todos os golfistas que tenham smartphones. Portugal é um óptimo mercado de teste pois, além de ter muitos "early adopters" deste tipo de tecnologias, tem uma comunidade de golfe nacional e internacional que nos permitirão ter um feedback importante para o melhoramento contínuo da Hole19.  Queremos aproveitar para "colocar Portugal no mapa", a nível do que de melhor e mais inovador se faz nesta modalidade”.
Detalham-se algumas das funcionalidades da Hole19:
GPS Rangefinder no iPhone – Vista aérea e detalhada dos campos de Golfe em Portugal, com todos os obstáculos mapeados permitindo ter distâncias exactas aos hazards no campo, como por exemplo quantos metros faltam até ao bunker ou ao centro do green. Com esta aplicação, os golfistas deixam de ter que olhar para os marcadores de distâncias (yardage-markers).
ScorecardDigital– Através do cartão de jogo digital, o golfista poderá calcular automaticamente os resultados. Adeus lápis e bloco. O scorecard permite conhecer em profundidade os mais importantes resultados estatísticos das jogadas e do jogo. Ideal para o treino pessoal.
Recomendação de taco em tempo real – Qual o melhor taco para determinada jogada? A aplicação responde automaticamente, com o taco que melhor se adequa à jogada em curso, em função da sua distância média registada. Ideal para amadores, um verdadeiro caddy virtual dentro do bolso.
Registo Automático de Distâncias – a aplicação Hole 19 regista automaticamente a distância que o golfista consegue com cada taco. Acabou-se a preocupação de memorizar qual foi a distância do drive.
Academia Hole19 –Todas as estatísticas e resultados podem ser analisados numa plataforma online, com a possibilidade de se conectar com profissionais da PGA, que poderão ajudar o utilizador a melhorar o seu desempenho. A aplicação irá disponibilizar todos os factos e estatísticas, essenciais para o processo evolutivo de um jogador de golfe.
Redes Sociais
A Hole19 permitirá aos jogadores de golfe não só partilhar os scorecards e gráficos do seu jogo como também permitirá obter feedback dos amigos nas redes sociais  Facebook e Twitter.
Preço e disponibilidade
O site da Hole19 (www.hole19golf.com) estará disponível gratuitamente, permitindo que os utilizadores insiram manualmente os dados do jogo duma maneira muito simples, por forma de obter informações essenciais para a optimização do seu jogo e partilhar com a comunidade. A aplicação para iPhone terá um custo muito acessível (a ser divulgado brevemente), combinando o acesso da plataforma mobile com a plataforma de Internet de uma forma integrada.
A aplicação Hole19 será apresentada no dia 24 de Junho durante o evento GoGolfe, na Quinta do Perú, onde os golfistas poderão testá-la em três dos buracos, com jogadores profissionais, e assim aprender um pouco mais do fascinante mundo do golfe.
“Beta-Testers”
A Hole19 ainda está à procura de aproximadamente 15 Golfistas com iPhone para experimentar e testar a versão beta da aplicação iPhone,para que a Stat Track Technologies possa progressivamente optimizar a aplicação para o mercado nacional e internacional.
Todos os Golfistas interessados (e com iPhone) podem enviar um email para info@hole19golf.com caso queiram fazer parte dos testes.


Esta aplicação foi-me apresentada pelo seu responsável e confesso que fiquei entusiasmado com as possibilidades que oferece, no tratamento de informação vital para um bom plano de treino (e não só).

O golfe não vive só de tacos e por isso aconselho vivamente um olhar atento a esta aplicação.


Boas tacadas!!!

Fernando Serpa

sábado, 14 de maio de 2011

DRIVER TITLEIST 910 D2 e D3



Sempre ouvi dizer que Titleist é para quem “bate na bola”! Talvez por isso, a marca desperte tanta curiosidade nos jogadores de golfe em geral, independentemente do seu nível de jogo.

É certo que quando olhamos para o saco de um jogador com material Titleist, somos tentados de imediato a pensar que “é jogador”. Não é uma marca que produza tacos “game improvament”, tendo ao longo dos tempos na sua gama, material que privilegiava a performance em detrimento da facilidade de utilização. Não estou com isso a dizer que a Titleist fabricava ou fabrica material “indomável”, pois eu próprio, jogador de parcos recursos, baixei significativamente o meu handicap (de hcp 18 para 10) jogando com magníficos Drivers e Ferros Titleist.

Nos últimos anos e referindo-me neste artigo de opinião exclusivamente aos Drivers Titleist, fomos brindados com os 907 D1 e D2, depois com os 909 D2, D3 e D COMP e agora com os novíssimos 910 D2 e D3.
Faço esta cronologia nos modelos, não porque queira entrar em detalhes técnicos, que além de aborrecidos de ler podem ser consultados no site oficial da marca, mas para referir algo que me parece interessante na evolução destes modelos e que com o lançamento dos 910 lançou uma pergunta (eu ouvi da boca de muita gente) para o ar: “ A Titleist já não faz Drivers “fáceis” como o 907 D1 e o 909 D COMP?

O 907 D1, com o seu formato triangular (de gosto duvidoso para muitos e em especial para os puristas), posicionava o centro de gravidade baixo e bem atrás na cabeça, favorecendo um maior ângulo de lançamento da bola e maior “perdão” nos shots descentrados, em comparação com o seu “irmão” 907 D2. Tornava-o assim mais fácil de utilizar. Os jogadores com maior capacidade de “dominar” o seu swing optavam pelo 907 D2, mas a versão D1 veio abrir portas à utilização por parte de jogadores que até aí não ousavam utilizar Drivers Titleist.

A seguir na gama 909, no modelo 909 D COMP a Titleist introduziu o “composite crown”, com o objectivo de ao reduzir o peso na coroa do Driver, realojar o peso mais baixo e atrás, para com isso optimizar o Centro de Gravidade. Dessa forma, continuou a abrir portas aos jogadores que não sendo portadores de swings sólidos e consistentes, queriam beneficiar da utilização de um Driver da marca. E claro, com um formato mais tradicional.

Porque é que a Titleist abandonou então a versão D COMP na sua nova gama 910? Será que quis deixar de fora, todos aqueles jogadores que conquistou com os seus modelos “mais fáceis” das gamas anteriores?

A resposta é não. Os novos 910, beneficiam da utilização de uma nova tecnologia de moldagem que permite obter uma coroa de titaniumsuper-fina”, conseguindo assim os mesmos resultados da “composite crown” do 909 D COMP, com a vantagem de utilizarem um só material na sua construção.

A juntar a tudo isto, a Titleist resolveu inovar (confesso que me surpreendeu por tê-la como uma marca tradicionalista) e introduziu na gama 910 o sistema SureFit Tour hosel technology. Internamente a Titleist chama-lhe o "tour-van-in-a-hosel". É fácil de perceber porquê. Com este sistema, a Titleist coloca à disposição de todos quantos comprem os seus Drivers 910, a possibilidade de o mesmo ser ajustado de acordo com as especificações que melhor se adeqúem ao seu swing. Estas possibilidades de “tunning” às características do jogador, até aqui só eram possíveis ou no camião que acompanha os jogadores profissionais do Tour, ou nos seus Centros de Fitting autorizados.
Este sistema permite modificar o loft do Driver entre -0,75º a +1,5º alterando assim o ângulo de lançamento da bola, assim como modificar o lie de + 1,5º (uprigth) a -0,75º (flat), proporcionando desta forma um voo mais em Draw ou Fade, conforme necessário.

As principais diferenças entre os modelos 910 D2 e D3, seguem a mesma linha do que em anteriores versões. O D2 tem uma cabeça de 460 cc, enquanto que a versão D3 tem uma cabeça de 445 cc, além de uma face mais alta. Na versão D3, consegue-se gerar menos spin, trabalhar melhor a bola, mas por isso é mais adequada a jogadores dotados de melhor técnica de swing.
Uma palavra a todos aqueles que vão optar pelo Driver Titleist 910, que geram muito spin nos seus shots de Driver e que por isso estão tentados a optar pela versão D3. Só o façam se forem portadores de um swing consistente, sólido e com um nível de técnica elevada. Existem outras formas de reduzir o spin gerado na bola, que não a utilização de uma cabeça manifestamente mais “difícil” de bater. Um Fitter experiente, certamente aconselhará a utilização de uma vareta adequada para o efeito, utilizando assim a cabeça da versão D2.

As características das cabeças destes dois modelos são:



Uma palavra final para as excelentes varetas que equipam de origem estes dois modelos, nas habituais flexibilidades.

Na versão 910 D3, a Titleist disponibiliza de série a Aldila RIP 60, Project X Tour Issue X-7C3, Mitsubishi Rayon Diamana ‘Ahina 72 for Titleist e por último a Mitsubishi Rayon Diamana Kai’li 65 for Titleist.

Na versão 910 D2, encontramos de série as mesmas varetas que na versão 910 D3, acrescida da Mitsubishi Rayon Diamana ‘Ilima 61 for Titleist.

Caso não encontre nestas varetas de série a adequada para o seu swing, a marca disponibiliza um vasto conjunto de varetas “custom”. Um Driver só é um bom Driver, quando encontramos a combinação cabeça/vareta, que se “encaixa” no nosso swing.

Testei ambos os modelos e confesso que após “afinar” estas armas para o meu swing, me senti muito confortável a utilizá-las. No meu caso, a versão 910 D2 adequa-se melhor, pois o meu swing precisa de toda a ajuda possível.
Tal como em Drivers da concorrência que utilizam sistemas de afinação similares, se o jogador estiver apoiado por um Fitter experiente, encontrará não só a vareta mais indicada ao seu swing, como a afinação do sistema SureFit mais adequada. Após a mesma estar encontrada, quando falhar uns “shots” resista a alterar as especificações do mesmo, ao pensar que a culpa está no material e não no swing. Mais cedo ou mais tarde vai aperceber-se que, como se costuma dizer, a culpa é do índio e não da seta.

Vai decerto encontrar neste novo Driver da Titleist, uma versão, uma vareta, um loft e as afinações indicadas para si.


 Boas tacadas!!!

Fernando Serpa

Em Foco na Golfe Magazine de Maio!



Sapatos NIKE LUNAR CONTROL


Experimentei os novos sapatos de golfe NIKE LUNAR CONTROL.
Estão claramente um passo à frente de tudo o que a Nike Golf tinha apresentado até hoje a nível de calçado de Golfe.
Na minha opinião e deixando de lado as características técnicas que a marca anuncia e que podem ser encontradas em http://www.nikegolf.com/, o que ressalta a quem utiliza estes novos sapatos de golfe Nike é o facto de serem extremamente leves, confortáveis, ajustarem-se ao pé sem magoar desde a 1ª utilização e serem impermeáveis. Características quanto a mim essenciais nuns sapatos de golfe. A juntar a tudo isto, são esteticamente muito bonitos. Claro que gostos não se discutem, mas….


Bolas Callaway DIABLO TOUR


O que me surpreendeu ao testar esta nova bola de 3 peças da Callaway, foi a sensação “soft” no impacto. Seja com o Driver, onde a sensação de “disparo” é evidente, à sensação “soft” com que nos presenteia nos ferros e essencialmente no putter, fiquei com a certeza de estar na presença de um produto adequado a uma grande parte de “swings” que se exercita nos nossos campos de golfe. As bolas Callaway “topo de gama”, a Tour i (s) e Tour i (z), adequadas a swings mais “potentes” (assim como outras de marcas concorrentes), são muitas vezes utilizadas por jogadores que em nada beneficiam da sua utilização (onde eu me incluo). Esta opção DIABLO TOUR, poderá trazer mais benefícios ao seu jogo, beneficiando de uma resposta mais adequada e conseguindo com isso, melhores resultados. Experimente!



Putters TaylorMade 2011 GHOST SERIES



CORZA, DAYTONA, FONTANA e MARINELLO. Estes são os 4 modelos da nova gama 2011 GHOST SERIES. E acreditem que vão dar que falar. 
Desde o primeiro contacto que sentimos o peso muito equilibrado em qualquer um dos modelos. Todos beneficiam da inserção na face “Pure Roll”, sistema de grooves que deformam no impacto com a bola, para que estejam em contacto com a mesma em maior número. Esta tecnologia foi concebida e desenhada para reduzir o efeito de “salto” da bola da face do putter normalmente causado no impacto, assim como o efeito de “derrapagem” que também acontece, ao não iniciar de imediato o rolamento desejado.
Se pensa que esta tecnologia não é perceptível nas pancadas que efectuar com estes putters engana-se. Experimente e verá que a bola sai a rolar melhor da face do putter! A mim convenceu-me!
Ah! A Cor branca! Já não é novidade, pois a TayloMade já estendeu à sua gama de Drivers, Madeira de Campo e Híbridos este conceito. Se resulta? Bem, que absorve os raios solares e não nos permite desculpar o putt falhado pelo reflexo do sol no putter, isso é verdade.


Boas tacadas!

Fernando Serpa

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Devo mudar o meu Driver? Porque razão mudar?

 

Muitas vezes quando experimento um novo Driver e consigo um pouco mais de distância, costumo dizer “ ganhei mais 10 metros com este Driver”. Alguns amigos brincam comigo quando me vêem a testar um novo Driver para sobre ele fazer um artigo de opinião, perguntando-me se ganhei mais uns metros e se assim, ao fim de testar tantos, já bato a 600 metros de distância.

Claro que achando que batemos sempre mais um pouco mais com a nova “bomba” que se está a experimentar em comparação com o que estávamos a utilizar, é sempre legítimo que nos questionem, se não estamos já a fazer de 600 metros de distância em carry.

Brincadeira à parte, porque razão se deverá então mudar de Driver? Se batemos bem com o Driver que temos no saco, porque razão mudar?

É certo que as poderosas “máquinas” de Marketing das principais marcas de material de golfe, fazem um trabalho notável na criação de necessidades que pensávamos não ter, levando-nos com isso a trocar o material que até aí funcionava na perfeição, na esperança de atingirmos o resultado que se revelava inatingível, mas que por momentos sonhamos possível.

Mas será que é tudo Marketing? Será que não temos nenhum benefício prático em trocar o modelo do ano passado pelo que o substitui este ano?

Claro que temos vantagem e faz sentido trocar (se tivermos uns euros de parte para o fazer), pois as marcas quando fazem alterações em modelos que comercializam, ou lançam modelos novos, incorporam novas tecnologias que fruto de muito trabalho de pesquisa e desenvolvimento, trazem benefícios aos utilizadores.

Alterações no posicionamento do Centro de Gravidade, introdução de materiais mais leves mas simultaneamente mais resistentes na sua produção, novas varetas, incorporação de sistemas de afinação que permitem adequar o material ao tipo de swing do jogador, entre outros, são factores que ajudam a melhorar a qualidade do nosso jogo.
Podemos não conseguir mais distância, o que nem sempre é o mais importante. A consistência dos shots, a melhoria da “qualidade do shot falhado” (esse é para mim o principal factor pelo qual devemos trocar de material, aliado à componente técnica do swing que deve ser trabalhada com um bom profissional de ensino) e a adequação do material ao nosso swing, são os factores determinantes para mudar de material.

A distância não é tudo, mas é também um factor de sucesso no nosso jogo. Contudo, já verificou quantos dos jogadores mais compridos do PGA Tour ou do European Tour estão entre os 10 primeiros das respectivas ordens de mérito?

Veja se o material que tem no seu saco é adequado ao seu swing e se não for, procure um Fitter experiente e credível, que lhe aconselhe o material adequado.

Boas tacadas!!!

Fernando Serpa

terça-feira, 19 de abril de 2011

Nos bastidores com … Ricardo Candeias!


Do sonho à realidade!

Ricardo Candeias teve o seu primeiro contacto com o golfe aos 6 anos de idade, por iniciativa do seu pai. Gostou de imediato. A partir dessa experiência começou a frequentar o Clube de Campo da Aroeira quase todos os fins-de-semana, acompanhando os seus pais, também jogadores de golfe e a desenvolver uma forte paixão pelo Golfe. Paixão que continuou a crescer até aos dias de hoje.
Por volta dos 8 anos de idade começou a jogar torneios, maioritariamente na Aroeira e aos 14 anos representou a Selecção Nacional pela primeira e única vez, num “match” contra a Selecção Espanhola em Valladolid, ao lado de excelentes jogadores como Tiago Cruz e Ricardo Santos. Continuou a jogar sem grandes objectivos até aos 18 anos (mas sempre com o sonho de ser jogador de golfe profissional), altura em que entrou para a Universidade e praticamente deixou de jogar/treinar, parando por completo durante dois anos, após ter ingressado no programa de mobilidade Erasmus.

Finalmente acabados os estudos e depois de uma passagem enquanto funcionário da empresa responsável pela construção do campo de golfe da Aldeia dos Capuchos, surgiu a oportunidade de levar o golfe mais a sério e tentar enveredar pelo profissionalismo. Era então handicap 5 e tinha para conseguir levar por diante este objectivo/sonho, um longo caminho pela frente.
Recomeçou a jogar provas da Federação Portuguesa de Golfe em 2007, tendo em 2008 obtido a sua primeira e única vitória no circuito Tranquilidade da F.P.G., no campo de golfe de Montebelo, terminando nesse ano nos 10 primeiros da ordem de mérito. Em 2009, embora não ganhando nenhum torneio, teve uma época bastante regular, terminando também dentro dos 10 primeiros da ordem de mérito.

Em 2010 passou a profissional e novos desafios se lhe depararam. Iniciou a sua carreira enquanto profissional contando desde logo com o patrocínio da Cleveland Golf e dos Laboratórios Edol, assim como o apoio da revista Golf2all. A partir de 2011 passou a contar com o patrocínio dos sapatos de golfe Lambda. Fortes e excelentes apoios para quem está a iniciar a sua carreira. Quando recebeu o patrocínio da Cleveland Golf, contou com um fitting realizado pelo Fitter Fernando Serpa, que o continua a apoiar no que diz respeito ao material com que joga e suas especificações

Participou em provas do IGT Tour em Portugal e Espanha, assim como do EPD Tour na Alemanha. Foi um ano de aprendizagem, que em muito preparou Ricardo Candeias para os desafios que se lhe avizinham. Em 2011, a sua primeira participação foi no circuito EPD Tour, no Cimar Open Samanah, em Marrocos, onde passou o seu 1º Cut neste circuito, terminando na 41ª posição.

Perguntamos a Ricardo Candeias, se a realização do fitting e o facto de passar a jogar com material Cleveland adequado às suas características, lhe trouxe efectivamente uma melhoria ao seu jogo:

O apoio/patrocínio que recebi da Cleveland Golf foi sem dúvida um factor determinante na melhoria do meu jogo, mas este apoio não pode ser dissociado de forma alguma, do fitting realizado pelo Fernando Serpa. Pese embora o facto do excelente material disponibilizado pela marca, a verdade é que o fitting é essencial para qualquer jogador, independentemente do seu nível de jogo. O fitting é sem dúvida um valor acrescentado.
Quero aproveitar para deixar uma palavra de agradecimento a todos os meus patrocinadores e apoiantes, a Cleveland Golf, Golf2all, laboratórios Edol, ao campo do Paço do Lumiar, Colin Smith e claro ao meu Fitter e grande amigo Fernando Serpa.”

Ricardo Candeias tinha um sonho, uma ambição e lutou por ela. O 1º passo está dado e agora, muitos outros se seguirão. Para todos os que possam ter alguma dúvida se um jogador que não fez uma carreira enquanto Amador de Alta Competição e nunca foi handicap zero ou plus, pode chegar longe, a resposta fica em aberto. O certo é que os seus patrocinadores, amigos e acima de tudo ele próprio acreditam.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Novas “armas” Cleveland 2011



Não sendo um veterano no Golfe, a minha memória da marca Cleveland é sobretudo feita dos magníficos wedges que à uns anos tive no meu saco e de uma soberba Madeira de Campo Launcher nº 5 (19º) com a famosa vareta Fujikura “Dourada”, com a qual dei o 2º shot que me possibilitou fazer o meu primeiro “Eagle” no buraco 9 do campo Aroeira I. Nunca me poderei esquecer da Cleveland, mais que não seja pelo 1º “Eagle” que a Madeira 5 me proporcionou. É óbvio que tempos depois, fruto da minha tendência consumista a troquei e me arrependi, claro!

A Srixon/Cleveland é hoje um Grupo de referência no panorama do Golfe Mundial, fruto da aquisição da Cleveland por parte da Srixon, o que veio fazer com que a união destas duas marcas as transforma-se num grupo forte, com produtos que se complementam e completam.

A Srixon/Cleveland apresentou para 2011 uma gama de material Cleveland onde se destaca a utilização das novíssimas varetas Miyazaki Kúa. Que eu saiba, A Srixon/Cleveland é a única empresa a utilizar Internacionalmente de série estas varetas, pois até ao momento a produção desta marca era exclusiva para o Mercado Asiático.
Como dado interessante, o jogador Cleveland Boo Weekley, começou a usar em 2010  a vareta Miyazaki C Kúa de 39 gr e como resultado, pelo facto de ter reduzido significativamente o peso global do seu Driver, aumentou a sua distância média.   O princípio é simples, está relacionado com uma maior velocidade que se consegue gerar na cabeça do Driver no momento do impacto na bola, face à redução de peso na vareta e concentração de maior massa na extremidade do Driver (cabeça do mesmo).
Pois bem, isso mesmo foi o que a Cleveland fez com a introdução de varetas super leves nos seus Drivers, Madeiras de Campo e Híbridos. Mas não pensem que por as varetas serem leves, são muito flexíveis ou têm torques que não “aguentam” swings potentes.  As varetas Miyazaki surpreenderam-me pela positiva.

Nos Drivers a Cleveland oferece actualmente 3 modelos. Eles são:

- Launcher TL310 (pesa 310gr), vareta Miyazaki C.Kua 59, swing weigth D4 nas habituais flexibilidades R, S e X;

 - Launcher SL 290 (pesa 290gr), vareta Miyazaki C.Kua 43, swing weigth D5 nas flexibilidades A, R, S e X;

- Launcher XL 270 e XL 270 Draw (pesam 270gr), vareta Miyazaki C. Kua 39, swing weigth D6, nas flexibilidades A, R e S.

Os lofts oferecidos são de 9º, 10,5º e 12º nos modelos XL 270 e SL 290, sendo que no TL310, os lofts são de 8,5º, 9,5º e 10,5º. O que se verifica, é que quanto mais leve é a vareta utilizada no Driver, maior é o swing weigth do mesmo, em função da maior massa concentrada na cabeça do mesmo. Ou seja, quanto mais leve a vareta utilizada, maior velocidade se vai conseguir gerar na cabeça do Driver. Todos os 3 modelos têm cabeças de 460 cc.
É certo que a Cleveland não está a utilizar nos seus Drivers as tecnologias de “afinação” de abertura/fecho da face, loft e lie, que outros seus competidores oferecem (fazem-no somente no seu novo Driver Srixon), mas temos aqui um Driver de formato conservador/tradicional, com tecnologia de ponta no que diz respeito à vareta utilizada de série e à redução de peso conseguida (para isso também contribuem grips leves e redução de peso nas cabeças), que vai encontrar muitos swings onde se “encaixar”. Testei-os e fiquei muito bem impressionado com estes novos Drivers. Fáceis de jogar, a leveza do conjunto vareta/cabeça é realmente um factor determinante na velocidade que se consegue aplicar no momento de impacto na bola.

A nova Madeira de Campo Launcher FL segue na linha da sua antecessora, em tudo o que de bom em si encerrava, mas com tudo o que de novo a Cleveland colocou ao serviço desta nova linha. Vareta Miyazaki C.Kua 43, lofts que vão desde os 13º (3+), 15º e 17º para as Madeiras 3 e Madeiras 5 e 7, com 19º e 22º respectivamente. Para mim, são as melhores Madeiras de Campo que temos actualmente no mercado, se equipadas com a vareta certa para o nosso swing. Fáceis de bater do Tee ou do Fairway, tal como as suas antecessoras, são as Madeiras de Campo mais equilibradas que actualmente temos ao dispor. Com isto não estou a dizer que as outras marcas não dispõem de excelentes Madeiras de Campo, mas estas na minha opinião, sobressaem-se das restantes pelo seu equilíbrio geral.

Por último uma referência aos novos Híbridos Mashie. Visualmente têm uma imagem de um taco antigo (cabeça de cor cinza “envelhecido”), tendo na sola o sistema GLIDERAIL (TM) SOLE DESIGN, que consiste num sistema de duplo rail, que facilita os shots de todos os tipos de lies e em especial de lies mais “apertados”. Claro que também vêm equipados com as varetas Miyazaki Hybrid C. Kua 59, nas flexibilidades A, R, S, X que lhe conferem um toque e “disparo” de bola estonteantes. De todo o novo material que aqui falei, os Híbridos são os que mais me surpreendem positivamente, tendo sido de todo o material que testei, o que mais se distanciou da já excelente gama que a Cleveland tinha apresentado em 2009/2010. Se tivesse de os caracterizar em duas palavras diria, “controlo com distância”.

Não me vou alongar mais, enunciando detalhes e características técnicas sobre este material, pois facilmente podem aceder ao mesmo em www.clevelandgolf.com, evitando assim também que alguns “leitores” me possam acusar de fazer “copy -paste” de elementos que obviamente não posso alterar, se não transcrever, para não correr o risco de inventar, algo que não posso nem devo fazer!

Como conclusão, reitero que temos na gama Cleveland 2011, material de excelente qualidade, equipado com varetas de excepção, usando o sistema “Ultralite Technology”, que vai surpreender e agradar a todos quantos decidam lhe dar uma oportunidade e experimentar estas novas “armas”.

Para quem costuma consultar a Hot Golf Digest List, poderá constatar que a Cleveland se encontra muito bem representada em 2011. Todos os seus 3 modelos de Drivers, Wedges e Putters receberam a classificação GOLD em 2011.

Em breve farei um artigo sobre os ferros e wedges Cleveland CG16.

PS: Sabia que Graeme McDowell trocou uma das maiores marcas de golfe mundiais pela Srixon/Cleveland Golf? Se ele confia e trocou, porque é que você não há-de confiar?

terça-feira, 12 de abril de 2011

Madeiras de Fairway! Que lofts usar?


Tenho enquanto Fitter, realizado ao longo dos últimos 2 anos imensos Fittings, aos mais variados tipos de jogadores. Profissionais, Amadores de Alta-Competição, assim como Amadores dos mais distintos handicaps e capacidades. Fruto desse trabalho, deixo aqui algumas considerações a ter em conta, quando colocar uma Madeira de Campo no seu saco.

As Madeiras de Campo, são peças fundamentais no nosso saco de golfe, pela sua utilização no Fairway ou no Tee, quando as características do buraco em que estamos a jogar assim nos "obrigam".

Quando um Amador (e aqui refiro Amador em geral, não o de Alta-Competição) olha para as Madeiras de Campo que tem no seu saco, deve de perguntar a si mesmo que distância  faz com a sua Madeira 3 (normalmente de 15º) e com a sua Madeira 5 (18º ou 19º). É vulgar encontrar Amadores que fazem mais distância com a sua Madeira 5 do que com a Madeira 3. Surpreendidos? Não devem de ficar. Isto tem uma razão de ser.
Um Amador de hcp médio/alto ou alto (não gosto muito de catalocar os jogadores por hcp no que concerne à análise que estou a fazer, pois existem jogadores que têm hcp alto, por via de um mau jogo curto), ou mesmo de hcp médio que tenha dificuldade em jogar a Madeira de Campo do Fairway, tem normalmente mais dificuldade em "levantar" a bola com a sua Madeira 3 do que com a sua Madeira 5. As razões para que isso aconteça são (no que diz respeito ao material, que é a minha área) o facto de a Madeira 3 ter menos loft que a Madeira 5 (15º na Madeira 3, contra os 18º/19º da Madeira 5) e também pelo facto da Madeira 5 ter a vareta mais curta, o que facilita a sua utilização, via um melhor controlo no movimento de swing.

O que fazer nestes casos? Bem, a solução é simples e está testada, inclusivamente por mim em imensos fittings realizados, onde esta situação se coloca.

Retire a sua Madeira 3 e 5 do saco e substitua por uma Madeira 4. Sim, Madeira 4. A vantagem é clara. Vai obter mais distância e controlo do que com a sua Madeira 3, pelo facto de ter um pouco mais de loft (normalmente 17º) e a vareta vai ser um pouco mais curta (em média 0,5"). Não necessita assim, até consolidar o seu swing e eventualmente baixar de hcp, colocar Madeira 3 e 5 no saco, que não o vão ajudar no seu jogo, até que tenha alcançado um patamar de controlo do seu swing, que possibilite potenciar as vantagens que a utilização de uma Madeira 3 e 5 podem oferecer.

As marcas de referência oferecem-lhe esta opção, tais como a Titleist, a TaylorMade, a Nike e Cleveland (esta chama Madeira 3 à sua Madeira de 17º), entre outras.

Se tem "problemas" com a sua Madeira 3 e se revê na análise que aqui fiz, experimente e comprove que terá melhores resultados com uma Madeira 4.

Boas tacadas!!!

Fernando Serpa


terça-feira, 15 de março de 2011

NOVO Driver SQ Machspeed Black Round & Square!!

Falhem se forem capazes…



Em 2010 decidi escrever uma nota nos meios de comunicação de golfe onde os meus artigos eram publicados, para esclarecer algumas cabeças mais “iluminadas”, de qual a razão pela qual nos meus artigos de opinião, não dizia mal de nenhum equipamento.
Não me quero repetir, mas relembro dois dos pontos que julgo terem mais importância nesse esclarecimento que fiz, que foram: 1º não sou dono da verdade absoluta; 2º hoje em dia as marcas de referência não fazem material mau (se é que algum dia o fizeram) e o que pode ser inadequado para mim, pode ser adequado para outro jogador e vice-versa.

No entanto o que posso e faço, é expressar uma opinião mais “viva” ou mais “emocional”, sempre e quando encontro um equipamento que me desperta reacções/sensações, seja pela facilidade com que se manuseia, seja pela melhoria que me traz ao meu jogo, ou até, resultado dos fittings que fiz e faço, verificando se o material em questão se enquadra num largo espectro de jogadores/swings, transformando-se assim numa mais valia para o jogo dos mesmos.

Se isso aconteceu com o Driver Nike SQ Machspeed, agora reforçou-se com os novos Drivers Nike SQ Machspeed Black Round e Square.

Afirmo sem hesitar, que desde há cerca de 3/4 anos a esta parte, a Nike Golf deu um salto qualitativo no material que passou a apresentar ao mercado. A partir da gama Nike VR e Machspeed, a marca está irreconhecível. Em Portugal, ainda vemos muita gente a torcer o nariz quando se fala de Nike, mas quando assistimos ao Demo/Fitting Days desta marca, percebemos a reacção dos jogadores depois de testarem estes novos equipamentos. Não tem nada a ver com a ideia que tinham e ficam surpreendidos pela qualidade dos equipamentos apresentados.

Em relação aos novos Drivers Nike SQ Machspeed Black Round e Square e em comparação com a versão anterior, para a qual comecei na altura o meu artigo de opinião com uma afirmação algo provocatória “Falhar! Missão (quase) impossível…”, existem logo à partida duas diferenças no que diz respeito ao formato/estilo, mas existem também duas outras que se evidenciam, no que diz respeito às especificações/performance.

No formato/estilo as diferenças mais notórias são a introdução da cor preta em toda a cabeça destes Drivers e a separação em dois formatos distintos (redondo e quadrado).
Desde logo e apesar da excelente performance apresentada pelo antecessor SQ Machspeed, o certo é que havia jogadores que só pelo formato quadrado nem o queriam experimentar. É preciso também referir, que um Driver que foi concebido a pensar em jogadores de handicap médio, médio/alto e alto, despertou a curiosidade de muitos jogadores de aptidões confirmadas para o golfe. Quem não se lembra há 2 anos atrás Justin Leonard afirmar acerca do Driver SQ Machspeed “This is my new secret weapon”  e reforçando “I am hitting 10-12 yards further and am really excited to put it in play”. Justin Leonard ou Simon Dyson, que na altura também optou por este Driver, poderiam ter optado pelo Driver Victory Red, de formato mais convencional e pensado para jogadores “mais talentosos”. Agora, esteticamente a Nike Golfe apresenta este produto que na versão “”Round”, de formato mais convencional agradará decerto aos mais “puristas”.
Mas a diferença de formato, não se resume a uma questão estética, pois a versão quadrada com o mesmo loft oferece-nos um maior ângulo de lançamento, que é favorável para jogadores com velocidades de swing mais baixas. Esta é quanto a mim a 2ª grande diferença. A versão “Black Round”, mais convencional e proporcionando com o loft similar à versão “Black Square” um ângulo de lançamento inferior, vai encaixar-se melhor em jogadores com velocidades de swing um pouco mais elevadas. Mas não se pense que estas afirmações que faço são verdades absolutas, pois habituei-me a verificar que no golfe existem poucas verdades absolutas.

Não podemos esquecer o sistema “Nike’s Total Swing Aerodinamics Design”, que a Nike Golf apresentou no antecessor destes novos Machspeed Black e que resultou da análise efectuada ao movimento da cabeça do Driver durante a descida, impacto na bola e finalização do swing. Dessa análise, os engenheiros da Nike Golf procuraram criar uma maior aerodinâmica na cabeça do Driver, permitindo assim gerar uma maior velocidade da mesma e com isso conseguir uma maior velocidade da saída bola da face do taco. Este sistema foi agora nas novas versões Black, aperfeiçoado e melhorado.

Facilidade e perdão, continuam a ser as palavras de ordem destas pérolas. A bola recupera dos shots descentrados com uma mínima perda de distância. O que possibilita isso acontecer, é que nos shots fora do centro da face os níveis de spin são reduzidos, não intensificando o efeito provocado na bola. Assim, um efeito de slice é minimizado, assim como um efeito de hook. Para isto contribuem os centros de gravidade baixos e colocados na parte de trás da cabeça dos Drivers, sendo que na versão Square, ainda notamos mais esse “perdão”. Para mim, a versão Square é uma das melhores opções que temos actualmente no mercado para o segmento de “game improvament”, sendo que a versão Round vai surpreender muita gente e captar imensos adeptos.

Experimentei ambas as versões do Machspeed Black com loft de 9,5º, com as varetas de origem Nike Fubuki 50 em stiff, tendo também experimentado as duas versões com a vareta Project X 6.0 que vem a equipar o novo Driver Nike Victory Red. Achei a vareta Project X 6.0, mais adequado para as minhas necessidades, mas isso não é o que interessa. O que é importante, é que arranje uma combinação vareta/cabeça, que funcione no seu swing (isto é válido para todos os Drivers de todas as marcas). A Nike Golf oferece muitas outras opções de varetas, onde decerto encontraremos a indicada para o nosso swing.

Ambas as versões são excelentes opções, mas confesso que o redondo se adequou mais às minhas necessidades. Mas usaria o quadrado se verificasse que com ele, obtinha mais “fairways in regulation”. Já cheguei à algum tempo à conclusão, que prefiro mais fazer um bom resultado do que apostar na estética e acabar uma volta com vergonha de dizer o score.

Ambos são oferecidos com lofts de 8,5º, 9,5º, 10,5º, 11,5º e HL, estando também disponível uma versão de senhora HL (loft 13º) com a vareta Women Nike Fubuki em W flex.

Mas nem só de aerodinâmica vive este Driver. O sistema STR8-FIT, continua a ser oferecido nestas versões, permitindo 8 posições distintas de cabeça (de 2º aberta a 2º fechada), ajudando os jogadores a encontrar aquela, que melhor se ajusta ao seu swing. Para nós fitters, estes sistemas de afinação dos Drivers, são essenciais para encontrar a melhor especificação para o jogador. Num desporto reconhecidamente difícil, todas as ajudas são bem vindas.

Tenho a certeza que a Nike Golf vai conquistar o seu lugar no mercado de golfe nacional, o que é sempre bom. Quando mais empresas/marcas existirem a discutir a preferência dos jogadores, mais e melhor seremos servidos enquanto jogadores.
Estou certo que cada vez mais jogadores se vão aperceber que encontram neste material de que aqui vos falo, opções extremamente válidas para melhorar o seu jogo/score e baixar o handicap.


Boas tacadas!!!!!!

Fernando Serpa