segunda-feira, 23 de junho de 2014

SLDR Driver- TaylorMade!






SLDR Driver





A TaylorMade é uma marca de referência em drivers. Depois de uma longa passagem pela cor branca, a marca volta agora a algum tradicionalismo (“charcoal grey”- cinzento escuro) que pessoalmente, me agrada mais.

O SLDR é claramente diferente do seu antecessor R1S. Não só na cor, mas também na forma como se pode adaptar às características de cada jogador. Falarei dos sistemas de “tunning” um pouco mais à frente.

Aquilo que em primeiro lugar se destaca quando experimentamos este novo driver, é a facilidade de utilização, a distância conseguida e aquilo a que vulgarmente apelidamos de “perdão” nos shots batidos fora do “sweet spot”. A qualidade de construção é inegável, sendo que o seu aspecto geral pode ou não agradar a todos, mas isso passa-se com todos os produtos de todas as marcas. Nunca se consegue agradar a todos.


A excelente distância que se consegue obter com este novo driver, vem da combinação do ângulo de lançamento, baixo spin e uma saída da bola da face do driver muito rápida. O facto de este SLDR ter um CG (centro de gravidade) baixo e mais perto da face, permite obter velocidades mais elevadas de saída da bola e valores de spin mais baixos.
O centro de gravidade tem este posicionamento, em larga medida fruto do peso amovível de 20gr posicionado numa calha na sola, que também nos permite regular este driver de Neutral para Draw ou Fade, num total de 21 posições.
Para complementar as funções de adaptabilidade aos jogadores, a TaylorMade incorporou um loft-sleeve ajustável (possibilidade de ajustar o loft na peça de encaixe da vareta na cabeça), com 12 posições, que permitem aumentar ou diminuir o loft em 1,5º. As possibilidades de encontrar o ângulo de lançamento correcto para qualquer jogador, é muito grande.
Uma peça metálica na parte de trás da cabeça, permite um melhor alinhamento segundo a marca.

A TaylorMade oferece o seu SLDR em 5 versões. O SLDR driver (equipado de série com a vareta Fujikura Speeder 57), SLDR TP driver (equipado de série com a vareta Fujikura Motore Speeder TS 6.3), SLDR 430 driver (equipado de série com a vareta Fujikura Speeder 67), SLDR 430 TP driver (equipado de série com a vareta Fujikura Speeder 67) e o SLDR Ladies driver (equipado de série com a vareta Fujikura Speeder 47).

Além das varetas de série, a marca oferece uma enorme variedade de varetas, que permitem mais facilmente adaptá-lo a qualquer jogador/swing.



Características técnicas à parte (que podem ser visitadas na web page da marca), deixo as impressões que retive, quando testei o SLDR.
Por uma questão pessoal, prefiro as versões de 460 cc. É certo que há uns anos atrás que me custou a habituar a cabeças grandes, mas hoje em dia, já não dispenso as vantagens das mesmas. Assim, o SLDR tem um formato que fica bem ao address, dá confiança para imprimirmos e empenharmos toda a nossa energia no swing. As possibilidades de afinação para Draw e Fade, são mais fáceis de utilizar e adaptar às nossas características, pois podemos ajustar quase ao milímetro o posicionamento do CG (centro de gravidade). Se bem que para muitos jogadores, este ajustamento ao detalhe não seja tão importante, é bom ter as possibilidades à mão e fazer uso delas se necessário.
A velocidade com que a bola sai da face do driver e a distância que conseguimos obter, com um excelente ângulo de lançamento, impressiona. Nos shots mal batidos (porque nos bons shots reage bem), conseguimo-nos aperceber que estamos na presença de um driver que não nos dificulta a vida, pelo contrário.
Eu encontrei a melhor configuração cabeça/vareta/Loft/CG para o meu swing e estou certo que encontrará certamente a configuração ideal para si, se recorrer aos serviços de um fitter especializado.

A acompanhar o driver, a marca lançou madeira de fairway e híbrido, tal como é seu hábito.

Experimente e vai certamente ficar surpreendido, tal como eu fiquei.


Boas tacadas!!!

Fernando Serpa

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

CLEVELAND CLASSIC XL e XL CUSTOM! A evolução!



CLEVELAND CLASSIC XL e XL CUSTOM! A evolução!


Escrevi um artigo de opinião sobre o Driver Cleveland Classic, na altura do seu lançamento em 2012. Apresentava uma imagem retro, mas com tudo o que era de melhor a nível de tecnologia empregue na sua construção. Os Cleveland Tour Players Graeme Mcdowell e Keegan Bradley rapidamente os colocaram nos seus sacos. O Cleveland Classic de 2012 tinha um desenho de sola e um esquema de cores inspirado nos antigos "Persimmon Drivers", apresentando uma cabeça em forma de "pêra", com a mais larga e alta face que a marca alguma vez produziu. Esse novo desenho de face, promovia um "explosivo" e penetrante voo de bola, enquanto o "MaxCOR2 technology" promovia distância adicional nos shots batidos fora do centro da face. Imagem de antigo, com performance de futuro.

Em 2013 temos a evolução do Classic para o Classic XL e XL CUSTOM, com mais tecnologia e melhor performance. Agora em negro, tendo a marca deixado para trás a imagem retro do Cleveland Classic 2012, que particularmente me agradou.

A principal diferença entre o Classic XL e XL CUSTOM, reside no facto de na versão XL CUSTOM, termos um sistema de hosel regulável, permitindo ajustar lie, loft e ângulo de face (a Cleveland Golf tardou a chegar a esta tendência incontornável de Drivers com sistema “tuning”, mas em boa hora o fez), enquanto na versão XL, se mantêm o sistema de hosel tradicional, com as especificações de série.
A versão XL apresenta um peso de 285 gr, enquanto a versão XL CUSTOM tem um peso ajustável, em função das varetas e do parafuso de alta densidade situado na parte de trás da sola, que reposiciona o centro de gravidade de acordo com a vareta utilizada.

Estamos perante dois Drivers aparentemente iguais, mas realmente muito diferentes.
O comprimento das varetas (45,5” na versão XL e 45” na versão XL CUSTOM), Swing Weight (D5 no XL e ajustável no XL CUSTOM), ângulo de face (Square na versão XL e ajustável na versão XL CUSTOM) e varetas utilizadas (Miyazaki B.Asha4 na versão XL e Miyazaki JDL 6, Matrix Ozik 6 M3 Black Tie, Mitsubishi Fubuki Tour 5 e Miyazaki B.Asha4 na versão XL CUSTOM), diferem entre ambas, fazendo com que as mesmas se enquadrem em tipos de jogadores com características distintas, mas simultaneamente cobrindo um espectro muito variado de swings/jogadores. Ambas as versões apresentam cabeças de 460 cc.



A marca reclama para este Classic XL e XL Classic a maior, mais alta face e com o maior sweet spot que qualquer outro Driver no mercado.

Mas qual das duas versões serve para si? Pois bem, nada como fazer um fitting e saber que versão, vareta, loft e swing weight se enquadram no seu perfil de swing.

Caso faça um fitting com um fitter credenciado (algo que aconselho veemente, se for mesmo feito com um fitter credenciado), ficará a saber se a versão XL se enquadra no seu perfil, ou se pelo contrário, necessita de jogar com a versão XL CUSTOM, ajustando o mesmo a nível de lie, loft, vareta e ângulo de face, para conseguir potenciar um melhor rendimento do mesmo.
A versão CUSTOM, oferece um vasto leque de possibilidades de afinação, que facilita essencialmente ao seu fitter ajustar-lhe o Driver para que consiga uma melhor performance (maximizar a distância com menor grau de dispersão). Depois de encontrada a “afinação” correcta, não deve altera-la, pois certamente em pouco tempo estará confuso e não vai saber que afinação deve ter para uma boa performance. Digo isto, porque recorrentemente vejo jogadores com Drivers de hosel ajustável, a alterar as especificações do mesmo quando fazem maus swings, nunca assumindo o erro, mas sim procurando no material a solução para os problemas de swing. Como sempre digo, o material ajuda, não é tudo e acima de tudo não faz milagres!

Experimentei as duas versões deste novo Classic e encontrei no Classic XL Custom com vareta Matrix Ozik 6 Stiff, regulado para NU (Neutral Uprigth), a melhor combinação para as minhas características de swing, obtendo assim um bom desempenho em campo.

Acima de tudo nota-se uma maior estabilidade do Driver no movimento de swing em relação ao seu antecessor, maior consistência do conjunto com qualquer das varetas que a marca oferece e acima de tudo uma maior capacidade de “perdoar” os shots descentrados na face, fruto do trabalho que a marca fez no desenvolvimento destas novas cabeças. Nota-se que a bola sai com maior velocidade da face do Driver neste novo modelo, mas não consigo contabilizar os metros adicionais de distância obtidos. Acima de tudo fiquei impressionado com a precisão e consistência que obtive do tee.
As possibilidades de afinação da versão CUSTOM, são uma mais-valia e posicionam assim este novo Driver da Cleveland, ao nível do que a sua concorrência está a fazer.


Em resumo, um produto de inegável qualidade, que facilmente se adequa a qualquer jogador face às suas novas possibilidades de afinação, com um preço de venda recomendado muito simpático (€ 269,00 a versão XL e €329,00 a versão XL CUSTOM).

É claro que os Drivers Cleveland XL e XL CUSTOM não vieram só, sendo a família composta por madeiras de fairway e híbridos Mashie., de inegável qualidade.




Boas tacadas!


Fernando Serpa

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

LAMBDA 2013!

Sapatos de Golfe


2013

Qualidade e design Made in Portugal!

Cheguei à conclusão nestes anos em que jogo golfe e me movimento no meio, que infelizmente grande parte dos jogadores não liga muito à indumentária e ao calçado que usa quando vai jogar. “Qualquer coisa” serve para jogar, porque é para estragar no campo. Esta é a sensação com que tenho ficado ao longo do tempo, excepção feita aos jovens praticantes que vão sendo um pouco mais vaidosos e se vão vestindo melhor, talvez fruto dos jovens jogadores do Tour que os influenciam (Ricki Fowler e Ian Poulter entre outros). Estar em campo a jogar golfe não é só um desporto, mas sim uma atitude e um estilo de vida. Não estou no golfe há tantos anos assim, mas pelas fotos e filmes que nos vão chegando de tempos idos, o dressing code era algo muito importante. Não devemos deixar perder os velhos, mas bons costumes. Não são eles que afastam as pessoas do golfe, certamente.

Posto isto e tendo deixado marcada a minha posição quanto ao que penso da forma de nos apresentarmos em campo (não se pense com isto que não sou adepto das novas tendências no golfe, onde a cor e o design predominam), não posso deixar de introduzir a temática dos sapatos de golfe e em particular dos sapatos de golfe LAMBDA.
Como sou vaidoso e privilegio o conforto, os meus sapatos de golfe têm de ser bonitos, leves e muito cómodos/confortáveis. Mas mais que tudo, o que eu não quero mesmo, é acabar de jogar uma partida de golfe e ter os pés húmidos, já para não dizer molhados.
O simples facto de jogar numa manhã de verão com os roughts molhados pela rega (nem preciso falar dos dias de Inverno com chuva) e sentir a humidade a passar para dentro dos sapatos ficando com os pés molhados, é sinónimo de umas horas mal passadas a fazer o sacrifício de acabar a partida, para não deixar os parceiros sozinhos.


Outros factores influenciam a minha escolha nos sapatos de golfe. A estrutura do sapato, assume particular importância, não só pela estabilidade que tem de proporcionar na transferência de peso durante o swing, mas também para não se deformar com a utilização. Quando refiro que privilegio o conforto, todos compreendem certamente o que quero dizer. Quem já não comprou uns sapatos de golfe, que depois de utilizar se arrependeu por terem a pele demasiado rija e necessitarem de um bom par de voltas para finalmente se “fazerem ao pé”? O jogo de golfe e todas as suas nuances, já são sobejamente exigentes, para lhes juntarmos um mal-estar provocado por uns sapatos desconfortáveis, que “metem” água e que não aliam a tudo isto a beleza que este jogo pede no dressing code.



A marca LAMBDA, oferece nos seus modelos tudo aquilo que quero num sapato de golfe. Confortáveis, leves, de imagem clássica mas com um ar moderno e fashion, proporcionam-nos jogar os 18 buracos com os pés secos e descansados. Após utilização intensiva posso afirmar que não deformam, a pele é muito resistente, mas macia e não deixaram entrar água/humidade para os meus pés.




Do ponto de vista técnico, a sola de borracha laminada (futuramente modelos em sola de couro serão incorporados na gama) apresenta grande flexibilidade. O sapato é revestido em pele “hidrofogada” com processos próprios para calçado de golfe por fora, e é todo forrado a pele de vaca por dentro. Este sistema de “hidrofogação” repele a água impedindo o que seria de esperar, que esta absorvesse e transportasse a água através das suas fibras, garantido assim uma maior impermeabilização.
Entre a pele que reveste o sapato e a pele do forro interior é aplicada uma membrana respirável que permite o fluxo de humidade no sentido de dentro para fora mas não no sentido inverso, garantindo o que vulgarmente se chama calçado “waterproof”. Por dentro do sapato onde apoia o pé têm uma palmilha de conforto em latex forrada na mesma pele de vaca do forro, latex esse que absorve o impacto do calcanhar e aconchega o pé no seu movimento normal de caminhar. Na sola são aplicados receptáculos para receber spikes, tipo parafuso. Nos acabamentos então, faz-se notar a diferença. O logótipo em metal aplicado no salto, vem coroar um produto de altíssima qualidade e dar-lhe aquele toque especial.

Recentemente a LAMBDA introduziu alterações nos seus sapatos de Golfe. As principais diferenças entre os novos e os anteriores modelos, dizem respeito ao sistema de construção do sapato, mais concretamente ao seu interior. Agora, tanto o forro como a membrana impermeável formam uma espécie de meia ou saco que envolve todo o pé do jogador. Este sistema permite uma maior resistência/durabilidade à entrada de água, assim como uma melhoria no conforto sentido pelo jogador. Além deste novo sistema, a marca apresenta em 2013 uma nova colecção, que é uma combinação entre a habitual construção clássica com uma aparência mais moderna e colorida, tentando criar um paralelo entre o clássico e a moda. A LAMBDA apresenta uma colecção de homem com uns padrões (tartan) que recordam os tecidos e padrões clássicos Escoceses e a sua relação com o golfe. Para senhora, a marca oferece uma colecção com padrões mais coloridos e vivos que certamente vão agradar às jogadoras de golfe.



A empresa que fabrica estes magníficos sapatos de golfe, é PORTUGUESA (da zona de Lousada) e chama-se LAMBDA & OMEGA. Além de todos os atributos deste magnífico calçado, o facto de serem produzidos por mãos Portuguesas, exacerba o meu sentido patriótico e faz com que calçar estes sapatos seja ainda mais agradável.

Por curioso que pareça os sapatos LAMBDA ainda têm mais reconhecimento a nível Internacional que Nacional. A prova disso é a grande penetração com os seus produtos nos mercados Asiáticos, do norte da Europa e Estados Unidos. A presença nas Feiras de Golfe de Madrid e Orlando, são prova disso e revertem para a LAMBDA & OMEGA um feedback muito positivo acerca dos seus produtos, abrindo-lhes portas para novos mercados.
A LAMBDA oferece uma vasta gama de modelos para homem e senhora. Como complemento da sua gama de sapatos, a LAMBDA tem também, alguns modelos de cintos que ligam em perfeição com a sua gama de calçado de golfe. O preço dos seus sapatos é na minha opinião adequado à qualidade do produto que oferecem.
Pode comprar os produtos da marca directamente no site da LAMBDA na Internet: www.lambda-golf.com , ou em lojas da especialidade. A distribuição em Portugal e Espanha é actualmente da responsabilidade da empresa Farol, que também distribui outros produtos de golfe de grande qualidade.

Confesso que apesar de encontrar noutras marcas de referência no calçado de golfe, modelos que me satisfazem, fiquei fã da LAMBDA. Calce uns sapatos de golfe LAMBDA e seja mais um fã desta magnífica marca.



PS: Deixo sempre um conselho quando falo de sapatos de golfe, para o/a ajudar a conservar e mantê-los em excelentes condições por mais tempo. Se jogar vários dias seguidos, deve ter mais de um par de sapatos de golfe. Antes de os voltar a utilizar, deve deixar secar convenientemente. Limpe e acondicione os seus sapatos de golfe em lugar seco e arejado. Assim, prolongará por mais tempo, não só a vida útil do seu sapato, como as características que o fazem ser “waterproof”.



Boas tacadas!!!!!!

Fernando Serpa



SRIXON GOLF BALLS

Srixon Golf Balls



A bola é tão ou mais importante, que qualquer outra peça de equipamento que faz parte do saco de golfe. No entanto, não me parece que os jogadores lhe dêem a devida importância e com isso, não potenciam ao máximo a distância, precisão, feel e resultados, que uma bola adequada às suas características de swing lhes pode proporcionar.

A Srixon é hoje reconhecida no mercado, como uma marca de grande qualidade no que diz respeito a bolas. Apresenta uma vasta gama, adaptada a diferentes tipos de jogadores/swings, com uma relação preço/qualidade que agrada e surpreende. A sua gama é constituída por 7 modelos. As Z-Star, Z-Star XV, Trispeed, AD333, Soft Feel, Soft Feel Ladies e Distance.

Em relação às características das suas bolas, a Srixon apresenta na sua web site uma descrição interessante para cada um dos seus modelos, referindo o que podemos esperar de cada um em termos de distância com o Driver, spin no jogo curto, assim como feel no Driver e no approach. Desta forma, podemos ficar com uma ideia, de qual o tipo de bola que melhor se pode adequar às nossas características de swing. Também podemos encontrar na página de entrada da sua web site (http://www.srixon.co.uk/) um curioso e simples sistema de custom fit para bolas. Coloca na primeira opção com que bola joga actualmente, na segunda opção qual o handicap e por último qual a distância que faz com o seu ferro 6. Depois clica em “Go find” e receberá 2 opções de bolas Srixon adequadas para si. Claro que as opções apresentadas são indicativas, pelo que deve ter em conta alguns factores de ordem pessoal (se coloca muito spin na bola, se prefere determinado feel de bola no putting, entre outros) antes da sua tomada de decisão final.  

Quem nunca ouviu dizer: “gostava tanto de poder jogar uma bola mais dura com o Driver e os ferros até chegar ao green, e depois poder trocar para uma bola mais macia para o putt”?

Experimentei toda a gama de bolas Srixon e pude constatar que cada uma delas me transmitia um feeling distinto, uma resposta diferente consoante a velocidade que imprimia ao meu swing e uma resposta muito agradável em todos os modelos no jogo curto.

A AD333 (agora em branca ou amarela) continua quanto a mim, a apresentar uma das melhores relações qualidade/preço do mercado, abrangendo velocidades de swing médias que encontramos numa grande maioria de golfistas e em algumas senhoras de handicaps mais baixos. Uma excelente bola, a que se deve dar uma atenção especial.

A Trispeed (3 camadas) surpreende pela forma como sai disparada da face do taco, conjugada com um toque de excepção no jogo curto. Ideal para jogadores com velocidades de swing de 80 mph ou superior.

A Soft Feel (agora em branca e amarela) é uma bola de 2 camadas, mais adequada a velocidades de swing baixas (excelente opção também para jovens jogadores que se estão a iniciar na modalidade), proporcionando um maior ângulo de lançamento com baixo spin. Consegue-se potenciar distância com estabilidade, conseguindo-se também pela qualidade dos materiais utilizados, um excelente feel no jogo curto.

E as senhoras vão-se surpreender com as Soft Feel Ladies (em branco e rosa). Proporcionando a velocidades de swing moderadas que caracterizam as senhoras em geral (para jogadoras de velocidade de swing mais elevadas, outros modelos da marca podem servir melhor as suas especificações) um voo de bola penetrante com baixo spin, potenciam máxima distância, com um feel de excepção no jogo curto. Das melhores opções de bola de senhora que actualmente se pode encontrar no mercado.

Por último, as Z-Star e Z-Star XV (ambas em branco e Tour Yellow) são bolas topo de gama, com características que se adaptam aos jogadores com velocidades de swing mais elevadas e diferentes necessidades de spin e feel no jogo curto. A Z Start para velocidades de swing entre as 80-108 mph e as Z Start XV para velocidades de swing superiores a 105 mph.

Uma vasta gama, que cobre as necessidades de todos os tipos de jogadores/swings, de uma marca de referência a nível mundial no segmento de bolas, com relações de qualidade/preço que certamente agradam à generalidade dos jogadores.

Em jeito de conclusão diria, façam o Fitting On-Line na web page Srixon, mas acima de tudo experimentem em campo os modelos que se podem enquadrar nas vossas especificações antes de tomar a decisão final de qual a bola que vos acompanhará em campo. Não esqueça, a bola é tão ou mais importante que qualquer outra peça de equipamento que faz parte do seu saco.
Eu experimentei todos os modelos da marca para me documentar e escrever este artigo. Fiquei a saber que o modelo Z Start XV é o que me consegue potenciar mais distância no Driver e ferros, com uma resposta excepcional no jogo curto.



Boas tacadas!!!!!!

Fernando Serpa

quinta-feira, 30 de maio de 2013

TaylorMade Driver R1 PRETO!



A TaylorMade diz que os seus cliente pediram e agora já têm!

TaylorMade R1 Driver em Preto.  Apresenta as mesmas características que o seu "irmão" R1 Branco, mas agora com uma imagem mais conservadora.

Para se poder maximizar o potencial deste Driver, tem de se conjugar o ângulo de lançamento e spin-rate, para promover um voo de bola e roll, de excelência. Para isso, a marca disponibiliza várias opções de afinação, de forma a se poder adequar a um vasto leque de swings/jogadores.

Um Driver que se adapta a amadores e profissionais, basta adaptá-lo ao jogador. 5 ângulos de face, lofts entre 8º e 12º e ajustamento dos pesos, que permitem escolher entre um voo de bola a direito ou em draw.

A já conhecida tecnologia de cone invertido, para ajudar a promover maior velocidade de saída da bola da face do Driver, conjugada com uma coroa mais fina e leve, que permite realocar o Centro de Gravidade, ajudando assim a obter um melhor ângulo de lançamento, reduzindo os níveis de spin, fecha o conjunto de especificações que fazem deste Driver uma bandeira da marca.

De série vem equipado com a leve vareta Aldila RIP Phenom 55gr, que ajuda a promover maior velocidade da cabeça do Driver com a mesma velocidade de swing (outras opções custom disponíveis).

Se até agora a cor branca não o/a seduzia, pode agora experimentar o novo Driver TaylorMade e disfrutar do que a tecnologia que a marca apresenta neste modelo, lhe pode trazer de mais valia ao seu jogo.

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A família NIKE VR_S COVERT


A família NIKE VR_S COVERT



Nunca a Nike Golf teve um começo de ano como o de 2013. A expectativa que se gerou à volta da nova e tecnologicamente avançada gama Covert, superou as expectativas. Por toda a Europa, as vendas realizadas no 1º dia de lançamento deste novo modelo (dia 8 de Fevereiro de 2013) foram acima do esperado. Algo nunca visto para os lados da marca que este ano, incorporou no seu Tour Team, Rory McIlroy. Inovação, design e performance, caracterizam a família Covert. Ninguém fica indiferente quando toma contacto com a nova gama.

Como grande novidade, os novos Drivers Covert apresentam o sistema FlexLoft, onde uma só cabeça tem 5 opções distintas de loft (de 8,5º a 12,5º), 3 ângulos de face (neutral, open & close) com afinações independentes do loft (com 1 só Driver tem 15 Drivers diferentes à disposição), o sistema Speed Cavity Back, apresentando também uma cabeça de cor vermelha com o monograma da marca na parte interior da coroa. Gostos não se discutem, mas posso assegurar que é muito agradável ao address. A tecnologia Next Core já nossa conhecida da anterior gama de Drivers VR_S, que maximiza o efeito de trampolim da face, é outra das componentes que conjugadas com as anteriores já referidas, faz destes Covert a revelação 2013.



Mas nem só de Drivers vive esta nova gama Covert. Madeiras de Fairway (versão Tour e Performance), Híbridos (versão Tour e Performance) e ferros, complementam esta gama, que com ambas as versões, cobre todos os tipos de jogadores, desde profissionais e amadores de handicap baixo, até jogadores que se estão a iniciar na modalidade.

Ambas as versões (Tour e Performance), beneficiam da tecnologia Speed Cavity Back, nos Drivers, Madeiras de Fairway e Híbridos. Esta tecnologia reposiciona o peso internamente para onde ele é necessário (redistribui o peso para as zonas laterais traseiras das cabeças), aumentando assim o MOI (momento de inércia), proporcionando maior estabilidade no impacto na bola e transmitindo mais energia à bola. Mais energia é sinónimo de mais distância e maior estabilidade, o que resulta em shots também mais direitos.





Existem algumas diferenças entre as versões Tour e Performance.
No Driver VR_S Covert e VR_S Covert Tour as diferenças são a volumetria da cabeça, com 430 cc para a versão Covert Tour e 460 cc para a versão Covert. Na versão Covert Tour a face e a sola do Driver têm um acabamento escuro, enquanto na versão Covert Performence o acabamento é metalizado. Um parafuso de alta densidade é colocado na sola do Covert Tour, para posicionar o centro de gravidade e optimizar o ângulo de lançamento e spin rate. Esta versão é mais adaptada a jogadores com swings mais “treinados”, que gostam e conseguem “trabalhar” o voo de bola. A versão Covert Performance, é mais adequada para jogadores cuja cabeça com 460cc ajuda a optimizar os shots, que minimiza os desagradáveis efeitos de side spin (hooks e slices) e cujo ângulo de lançamento mais elevado permite um melhor voo de bola, que conjugado com as restantes inovações que este novo Covert apresenta, torna este Driver uma peça de eleição. Contudo, ambas as versões dispõem do sistema Flex Loft (5 lofts disponíveis numa só cabeça).
Nas Madeiras de Fairway e Híbridos Covert, as principais diferenças são que na versão Tour temos disponível o sistema Flex Loft e ajustamento de ângulo de face e na versão Performance, temos loft e ângulos de face fixos em cada taco, não se podendo nesta versão recorrer a afinação de loft e ângulo de face. Tal como nos Drivers, a cor da sola e face, também é diferente, sendo escura na versão Tour e metálica na versão Performance.
Os Drivers, Madeiras de Fairway e Híbridos vêm equipados de série com as excelentes varetas Mitsubishi Rayon Kuro Kage, sendo que na versão Tour encontramos a versão Kuro Kage Platinium e na versão Performance a versão Kuro Kage Black, com tipologias e gramagens adaptadas a cada um dos tacos.


Apresentadas as características e principais inovações que a Nike Golf introduziu na nova gama VR_S Covert, resta agora falar do que realmente se sente quando experimentamos estas novas “bombas”.
Pois bem, a primeira impressão com que fiquei e que ainda retenho, foi a reacção de um jogador que fez o 1º fitting com o novo Driver Covert. Ao dar o seu 1º shot, a reacção à impressionante saída da bola da face do Driver foi de espanto e admiração, face ao shots que tinha dado com o seu Driver de uma marca concorrente. É verdade, nota-se realmente a bola a sair “explosiva” da face do Covert. Seja ele Driver, Madeira de Fairway ou Híbrido. A distância adicional que a marca anuncia face às inovações tecnológicas introduzidas é perceptível. Todos os jogadores que observei a testarem o novo material Covert Performance e Covert Tour, foram unânimes em afirmar que estavam perante equipamento diferente daquele a que estavam habituados a jogar e que a tecnologia que a marca introduziu, sente-se e é visível.




Testei os Drivers, Madeiras e Híbridos Covert em ambas as versões. Independentemente da versão que encaixa melhor nas nossas características de swing (No Driver a Tour equipada de série com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage Platinium 60 e a versão Performance com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage Black 50), a estabilidade da cabeça do Driver durante todo o movimento de swing e em especial no impacto na bola, a excelente velocidade de saída da bola da face do taco e consistência, foram os principais elementos que retirei dos testes que efectuei, além obviamente das excelentes possibilidades de afinação que permitem tornar mais “nossos” estes Drivers (ou Madeiras de Fairway e Híbridos Tour). As Madeiras de Fairway são excelentes do tee ou do fairway. Utilizadas do tee nos pares 4 parecem autênticos Drivers, tal é a velocidade de saída da bola e consequente distância que obtemos. Do fairway, “colocam” a bola no ar com uma facilidade inacreditável. Os híbridos são mesmo uns “utility clubs”. Perfeitos do rougth, do fairway e nos pares 3 mais longos, são uma excelente alternativa aos sempre difíceis ferros compridos. É claro que as versões Tour com o seu Flex Loft, ajudam a encontrar, quer nas madeiras de campo (por exemplo a Madeira 3 Tour oferece lofts entre 13º, 14º, 15º, 16º e 17º numa só cabeça) quer nos híbridos, a melhor conjugação de loft que serve os interesses do jogador. Contudo, a versão Performance está estudada e oferece lofts, que se enquadram nas necessidades da maior parte dos jogadores de handicaps médios altos e altos. Mas para saber quais as especificações que melhor se enquadram no seu swing, não deixe de fazer uma visita ao Centro de Fitting Nike Golf na Quinta da Marinha e assim ficará a saber qual a versão e especificações correctas para si.



Fiquei com a sensação de estar perante uma gama que vai agradar ao mercado e que vai ter sucesso. É certo que como sempre digo, um taco só é bom para nós, se a combinação cabeça/vareta for adequada ao nosso swing. As múltiplas possibilidades de afinação deste Covert, vão certamente permitir que se encontre uma especificação que facilmente se adeqúe às características de cada jogador.

Falta somente falar dos ferros Covert, para ter apresentado toda a família. Pois bem, é fácil falar de uns ferros que quase se poderia dizer, “jogam sozinhos”!


A Nike Golf conseguiu conceber uns ferros “game improvament” com ar de ferros para bom jogador.
A “High Speed Cavity back” foi concebida para se obter shots mais longos e direitos. E como é isso possível? Pois bem, com o reposicionamento do centro de gravidade, conjugado com o aumento do MOI (Momento de Inércia), faz com que a bola saia mais “explosiva” da face, minimizando também os efeitos de side spin nos shots descentrados.
A “NexCor face design” e uma sola que perdoa imenso, vêm ajudar a obter uma maior velocidade de saída da bola da face dos ferros.
Os novos grooves X3X (já utilizados nos wedges da Nike), em maior quantidade dentro da volumetria e design aprovados pelas novas regras, proporcionam um maior controlo e consistência no shots efectuados com estes novos Covert.
Colocados ao address são agradáveis e não se nota em demasia o offset (fruto do reposicionamento de massas na parte de trás da cabeça do ferro).
Quando os experimentei fiquei com vontade de os colocar no saco. De tão fáceis que são de bater, colocar a bola no ar e com as distâncias que nos proporcionam, certamente não serão só jogadores de handicaps médios e médios altos que os vão colocar no saco.
Equipados de série com varetas de grafite Mitsubishi Kuro Kage (diferentes flexibilidades, entre Lady e Stiff) e de aço com as leves True Temper Dynalite 90 (Regular ou Stiff).

Não tenho dúvidas em afirmar, que estamos perante uma das grandes revelações de 2013.

Experimentem e vão certamente ficar surpreendidos e rendidos, tal como eu fiquei.


Boas tacadas!!!

Fernando Serpa


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

NIKE VR_S COVERT DRIVER e COVERT TOUR DRIVER

NIKE VR_S COVERT DRIVER e COVERT TOUR DRIVER



O ano de 2013 vai ser de excelência para a Nike Golf. Não só porque vão ter novos nomes sonantes na sua "família" de Tour players, mas também porque da sua gama vão fazer parte novos produtos que vão dar que falar. E vão dar que falar pela inovação, pelo design e pela performance.

Vão ser lançados no mercado em Fevereiro de 2013 os novos Drivers Nike VR_S Covert e Covert Tour.

Como grande novidade, estes novos Drivers apresentam o sistema FlexLoft, onde uma só cabeça tem 5 opções distintas de loft (de 8,5º a 12,5º), 3 ângulos de face (neutral, open & close) com afinações independentes do loft (com 1 só Driver tem 15 Drivers diferentes à disposição), o sistema Speed Cavity Back, apresentando também uma cabeça de cor vermelha com o monograma da marca na parte interior da coroa. Gostos não se discutem, mas posso assegurar que é muito agradável ao address.             
                                                                                                                                  


A tecnologia Speed Cavity Back, reposiciona o peso internamente para onde ele é necessário (redistribui o peso para as zonas laterais traseiras da cabeça do Driver), aumentando assim o MOI (momento de inércia), proporcionando maior estabilidade no impacto na bola e transmitindo mais energia à bola. Mais energia é sinónimo de mais distância e maior estabilidade, o que resulta em shots também mais direitos.



A Nike Golf utiliza também neste novo Covert e Covert Tour a tecnologia NEXT CORE, já nossa conhecida da anterior gama VR_S. Uma maior área de face disponível com um maior efeito de trampolim, oferece distância adicional, mesmo nos shots batidos um pouco fora do centro da face.

As diferenças entre o Driver VR_S Covert e VR_S Covert Tour são a volumetria da cabeça, com 430 cc para a versão Covert Tour e 460 cc para a versão Covert. Na versão Covert Tour a face e a sola do Driver têm um acabamento escuro, enquanto na versão Covert  o acabamento é metalizado. Um parafuso de alta densidade é colocado na sola do Covert Tour, para posicionar o centro de gravidade e optimizar o ângulo de lançamento e spin rate. Esta versão é mais adaptada a jogadores com swings mais “treinados”, que gostam e conseguem “trabalhar” o voo de bola. A versão Covert, é mais adequada para jogadores cuja cabeça com 460cc ajuda a optimizar os shots, que minimiza os desagradáveis efeitos de side spin (hooks e slices) e cujo ângulo de lançamento mais elevado permite um melhor voo de bola, que conjugado com as restantes inovações que este novo Covert apresenta, torna este Driver uma peça de eleição.


Apresentadas as características e principais inovações que a Nike Golf introduziu nestas duas versões do seu novo Driver VR_S Covert, resta agora falar do que realmente se sente quando experimentamos estas novas “bombas”.
Pois bem, a primeira impressão com que fiquei e que ainda retenho, foi a reacção de um jogador que fez o 1º fitting com o novo Driver Covert. Ao dar o seu 1º shot, a reacção à impressionante saída da bola da face do Driver foi de espanto e admiração, face ao shots que tinha dado com o seu Driver de uma marca concorrente. É verdade, nota-se realmente a bola a sair “explosiva” da face do Covert. A distância adicional que a marca anuncia face às inovações tecnológicas introduzidas é perceptível. Todos os jogadores que observei a testarem o novo Driver Covert e Covert Tour, foram unânimes em afirmar que estavam perante Drivers diferentes dos que estavam habituados a jogar e que a tecnologia que a marca introduziu, sente-se e é visível.


Testei ambas as versões, a Tour equipada de série com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage White 60 e a versão Performance com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage Black 50. Estabilidade da cabeça do Driver durante todo o movimento de swing e em especial no impacto na bola, excelente velocidade de saída da bola da face do taco e consistência, foram os principais elementos que retirei dos testes que efectuei, além obviamente das excelentes possibilidades de afinação que permitem tornar mais “nosso” este Driver. Fiquei com a sensação de estar perante um Driver que vai agradar ao mercado e que vai ter sucesso. É certo que como sempre digo, um Driver só é bom para nós, se a combinação cabeça/vareta for adequada ao nosso swing. As múltiplas possibilidades de afinação deste Covert, vão certamente permitir que se encontre uma especificação que facilmente se adeqúe às características de cada jogador. A partir de Fevereiro e depois do lançamento do Covert, a marca vai disponibilizar várias opções de varetas custom, por forma a servir melhor todos os potenciais clientes da marca.

Não tenho dúvidas em afirmar, que estamos perante uma das grandes revelações de 2013. E este Driver Covert não vem só. Consigo trás a família completa. Madeiras de Fairway, Híbridos e Ferros. Num próximo artigo, falarei em detalhe da restante gama Covert.


Experimente e vai certamente ficar surpreendido, tal como eu fiquei.


Boas tacadas!!!

Fernando Serpa


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

NOVO DRIVER TAYLORMADE R1



A TaylorMade vai lançar o substituto do seu actual Driver R11S. O novo R1.


Em breve vamos testar este novo Driver e fazer um artigo de opinião, mas deixamos aqui alguns dos aspectos fundamentais deste novo Driver TaylorMade.


A marca teve como preocupação criar uma cabeça que servisse todo o tipo de jogadores. Desde um handicap alto, ao profissional. Todos podem jogar com este Driver, desde que tenha a vareta correcta ao seu swing e as afinações necessárias.
Uma melhor performance, derivada de  uma maior velocidade de saída da bola da face do driver e um spin rate mais moderado que o seu antecessor, fruto de um reposicionamento mais baixo do centro de gravidade.


A cabeça continua branca, mas agora com um grafismo na coroa que pode suscitar reacções contraditórias. Mas nestas coisas, quanto a mim, o que interessa é a performance, sendo que apesar do aspecto ser importante, neste caso também não é desagradável ao address.



Como novidades temos um hosel com um novo sistema de regulações de loft, permitindo escolher 4 loft's entre os 8º e os 12º (com 2 loft's intermédios). O sistema de afinação de ângulo de face tem agora mais afinações, permitindo abrir ou fechar a face até 3º. O sistema de pesos permutáveis, está neste Driver restringido a 1 peso na parte exterior da cabeça, podendo depois ser alterado o peso em função das necessidades de cada jogador.



Vem equipado de série com uma vareta Aldila RIP Phenom, mas outras opções vão ser como habitualmente disponibilizadas pela marca.
  • Aldila RIP Phenom 55 — X, S, R, M and L Flexes
  • Aldila ROP Phenom 65 TP — X, S and R Flexes



Em breve testaremos este novo Driver R1 da TaylorMade e daremos conta do que realmente este Driver pode trazer para melhorar o nosso jogo.

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

sábado, 22 de dezembro de 2012

FESTAS FELIZES!



O Golfe para Golfistas deseja a todos os seus leitores, um Feliz Natal e um 2013 cheio de saúde e GOLFE!

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

QOD Electric trolley

QOD Electric trolley

Escrever sobre um trolley eléctrico não é fácil. Todos eles têm rodas, transportam os nossos sacos de golfe, usam uma bateria de chumbo ou lítio (aqui sim existe uma diferença significativa) e estão disponíveis no mercado, das mais diversas marcas e modelos.
Mas se até aqui nunca tinha escrito sobre nenhum trolley eléctrico, era porque ainda não tinha reconhecido em nenhum dos modelos que estão disponíveis, uma mais-valia que se destaca-se dos seus concorrentes. É certo que existem marcas mais ou menos reputadas, com melhor ou pior assistência técnica (factor importante a ter em conta no momento da compra), com modelos mais ou menos atraentes, mas para mim, além de todos estes factores que enumerei, um dos mais importantes é o espaço que ocupa no transporte.
Este Trolley eléctrico QOD de uma só peça, é o mais pequeno do mundo (ou seja não se necessita desmontar nenhuma peça para guardar), tendo como dimensões fechado uns extraordinários 27cm x 30cm x 42cm. Abre-se/monta-se em apenas 5 passos. Apresenta uma consola, com um sistema digital de controlo de velocidade, com 3 programações de distância e um sistema simples mas muito eficaz de retenção dos sacos de golfe.
Experimentei este trolley em 2 campos de golfe, tendo a sua bateria de lítio de 18 buracos durado facilmente para 27 buracos. Usei um Cart Bag bem cheio e pesado, tendo entre as duas voltas que fiz em campos com bastante relevo, feito um interregno de 24 horas, o que me indica que a bateria pode oferecer uns 36 buracos se for utilizado em dias sucessivos e com sacos com um peso mais aceitável (o que não é o caso do meu saco).


Estável até em pisos com bastante desnível, ou irregulares, apresentou um comportamento que em nada o compromete comparativamente aos seus outros concorrentes.
Mas o melhor de tudo e em especial para golfistas cujo vício se estende a mais elementos da família, é o pouco espaço que ocupa no transporte. No meu carro coloquei-o facilmente atrás do banco do condutor, na mala do carro com mais 2 sacos (poderia ter colocado 2 destes trolleys com 2 sacos por cima). E vem com opção de bolsa de transporte, que facilita o transporte e evita sujar as nossas viaturas.
De salientar a bateria de lítio, muito pequena e leve, que se transporta muito facilmente e que é muito rápida a carregar.
Como última nota, quero salientar a vantagem que este trolley pode oferecer aos campos de golfe que alugam trolleys eléctricos. Sendo o espaço algo tão importante quando toca a guardar o material, o facto destes trolleys fechados ocuparem tão pouco espaço, será decerto uma vantagem competitiva e que agradará muitos aos campos de golfe que compram este tipo de produto para alugar.
A marca informa que oferece um serviço de assistência técnica rápido e eficaz em caso de avaria.
Podem através do web page da marca http://www.qodgolf.com.au/ obter mais informações. Este trolley é distribuído para Portugal pela empresa PGOLFE (https://www.facebook.com/pgolfe?fref=ts).

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa