quarta-feira, 10 de abril de 2013

A família NIKE VR_S COVERT


A família NIKE VR_S COVERT



Nunca a Nike Golf teve um começo de ano como o de 2013. A expectativa que se gerou à volta da nova e tecnologicamente avançada gama Covert, superou as expectativas. Por toda a Europa, as vendas realizadas no 1º dia de lançamento deste novo modelo (dia 8 de Fevereiro de 2013) foram acima do esperado. Algo nunca visto para os lados da marca que este ano, incorporou no seu Tour Team, Rory McIlroy. Inovação, design e performance, caracterizam a família Covert. Ninguém fica indiferente quando toma contacto com a nova gama.

Como grande novidade, os novos Drivers Covert apresentam o sistema FlexLoft, onde uma só cabeça tem 5 opções distintas de loft (de 8,5º a 12,5º), 3 ângulos de face (neutral, open & close) com afinações independentes do loft (com 1 só Driver tem 15 Drivers diferentes à disposição), o sistema Speed Cavity Back, apresentando também uma cabeça de cor vermelha com o monograma da marca na parte interior da coroa. Gostos não se discutem, mas posso assegurar que é muito agradável ao address. A tecnologia Next Core já nossa conhecida da anterior gama de Drivers VR_S, que maximiza o efeito de trampolim da face, é outra das componentes que conjugadas com as anteriores já referidas, faz destes Covert a revelação 2013.



Mas nem só de Drivers vive esta nova gama Covert. Madeiras de Fairway (versão Tour e Performance), Híbridos (versão Tour e Performance) e ferros, complementam esta gama, que com ambas as versões, cobre todos os tipos de jogadores, desde profissionais e amadores de handicap baixo, até jogadores que se estão a iniciar na modalidade.

Ambas as versões (Tour e Performance), beneficiam da tecnologia Speed Cavity Back, nos Drivers, Madeiras de Fairway e Híbridos. Esta tecnologia reposiciona o peso internamente para onde ele é necessário (redistribui o peso para as zonas laterais traseiras das cabeças), aumentando assim o MOI (momento de inércia), proporcionando maior estabilidade no impacto na bola e transmitindo mais energia à bola. Mais energia é sinónimo de mais distância e maior estabilidade, o que resulta em shots também mais direitos.





Existem algumas diferenças entre as versões Tour e Performance.
No Driver VR_S Covert e VR_S Covert Tour as diferenças são a volumetria da cabeça, com 430 cc para a versão Covert Tour e 460 cc para a versão Covert. Na versão Covert Tour a face e a sola do Driver têm um acabamento escuro, enquanto na versão Covert Performence o acabamento é metalizado. Um parafuso de alta densidade é colocado na sola do Covert Tour, para posicionar o centro de gravidade e optimizar o ângulo de lançamento e spin rate. Esta versão é mais adaptada a jogadores com swings mais “treinados”, que gostam e conseguem “trabalhar” o voo de bola. A versão Covert Performance, é mais adequada para jogadores cuja cabeça com 460cc ajuda a optimizar os shots, que minimiza os desagradáveis efeitos de side spin (hooks e slices) e cujo ângulo de lançamento mais elevado permite um melhor voo de bola, que conjugado com as restantes inovações que este novo Covert apresenta, torna este Driver uma peça de eleição. Contudo, ambas as versões dispõem do sistema Flex Loft (5 lofts disponíveis numa só cabeça).
Nas Madeiras de Fairway e Híbridos Covert, as principais diferenças são que na versão Tour temos disponível o sistema Flex Loft e ajustamento de ângulo de face e na versão Performance, temos loft e ângulos de face fixos em cada taco, não se podendo nesta versão recorrer a afinação de loft e ângulo de face. Tal como nos Drivers, a cor da sola e face, também é diferente, sendo escura na versão Tour e metálica na versão Performance.
Os Drivers, Madeiras de Fairway e Híbridos vêm equipados de série com as excelentes varetas Mitsubishi Rayon Kuro Kage, sendo que na versão Tour encontramos a versão Kuro Kage Platinium e na versão Performance a versão Kuro Kage Black, com tipologias e gramagens adaptadas a cada um dos tacos.


Apresentadas as características e principais inovações que a Nike Golf introduziu na nova gama VR_S Covert, resta agora falar do que realmente se sente quando experimentamos estas novas “bombas”.
Pois bem, a primeira impressão com que fiquei e que ainda retenho, foi a reacção de um jogador que fez o 1º fitting com o novo Driver Covert. Ao dar o seu 1º shot, a reacção à impressionante saída da bola da face do Driver foi de espanto e admiração, face ao shots que tinha dado com o seu Driver de uma marca concorrente. É verdade, nota-se realmente a bola a sair “explosiva” da face do Covert. Seja ele Driver, Madeira de Fairway ou Híbrido. A distância adicional que a marca anuncia face às inovações tecnológicas introduzidas é perceptível. Todos os jogadores que observei a testarem o novo material Covert Performance e Covert Tour, foram unânimes em afirmar que estavam perante equipamento diferente daquele a que estavam habituados a jogar e que a tecnologia que a marca introduziu, sente-se e é visível.




Testei os Drivers, Madeiras e Híbridos Covert em ambas as versões. Independentemente da versão que encaixa melhor nas nossas características de swing (No Driver a Tour equipada de série com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage Platinium 60 e a versão Performance com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage Black 50), a estabilidade da cabeça do Driver durante todo o movimento de swing e em especial no impacto na bola, a excelente velocidade de saída da bola da face do taco e consistência, foram os principais elementos que retirei dos testes que efectuei, além obviamente das excelentes possibilidades de afinação que permitem tornar mais “nossos” estes Drivers (ou Madeiras de Fairway e Híbridos Tour). As Madeiras de Fairway são excelentes do tee ou do fairway. Utilizadas do tee nos pares 4 parecem autênticos Drivers, tal é a velocidade de saída da bola e consequente distância que obtemos. Do fairway, “colocam” a bola no ar com uma facilidade inacreditável. Os híbridos são mesmo uns “utility clubs”. Perfeitos do rougth, do fairway e nos pares 3 mais longos, são uma excelente alternativa aos sempre difíceis ferros compridos. É claro que as versões Tour com o seu Flex Loft, ajudam a encontrar, quer nas madeiras de campo (por exemplo a Madeira 3 Tour oferece lofts entre 13º, 14º, 15º, 16º e 17º numa só cabeça) quer nos híbridos, a melhor conjugação de loft que serve os interesses do jogador. Contudo, a versão Performance está estudada e oferece lofts, que se enquadram nas necessidades da maior parte dos jogadores de handicaps médios altos e altos. Mas para saber quais as especificações que melhor se enquadram no seu swing, não deixe de fazer uma visita ao Centro de Fitting Nike Golf na Quinta da Marinha e assim ficará a saber qual a versão e especificações correctas para si.



Fiquei com a sensação de estar perante uma gama que vai agradar ao mercado e que vai ter sucesso. É certo que como sempre digo, um taco só é bom para nós, se a combinação cabeça/vareta for adequada ao nosso swing. As múltiplas possibilidades de afinação deste Covert, vão certamente permitir que se encontre uma especificação que facilmente se adeqúe às características de cada jogador.

Falta somente falar dos ferros Covert, para ter apresentado toda a família. Pois bem, é fácil falar de uns ferros que quase se poderia dizer, “jogam sozinhos”!


A Nike Golf conseguiu conceber uns ferros “game improvament” com ar de ferros para bom jogador.
A “High Speed Cavity back” foi concebida para se obter shots mais longos e direitos. E como é isso possível? Pois bem, com o reposicionamento do centro de gravidade, conjugado com o aumento do MOI (Momento de Inércia), faz com que a bola saia mais “explosiva” da face, minimizando também os efeitos de side spin nos shots descentrados.
A “NexCor face design” e uma sola que perdoa imenso, vêm ajudar a obter uma maior velocidade de saída da bola da face dos ferros.
Os novos grooves X3X (já utilizados nos wedges da Nike), em maior quantidade dentro da volumetria e design aprovados pelas novas regras, proporcionam um maior controlo e consistência no shots efectuados com estes novos Covert.
Colocados ao address são agradáveis e não se nota em demasia o offset (fruto do reposicionamento de massas na parte de trás da cabeça do ferro).
Quando os experimentei fiquei com vontade de os colocar no saco. De tão fáceis que são de bater, colocar a bola no ar e com as distâncias que nos proporcionam, certamente não serão só jogadores de handicaps médios e médios altos que os vão colocar no saco.
Equipados de série com varetas de grafite Mitsubishi Kuro Kage (diferentes flexibilidades, entre Lady e Stiff) e de aço com as leves True Temper Dynalite 90 (Regular ou Stiff).

Não tenho dúvidas em afirmar, que estamos perante uma das grandes revelações de 2013.

Experimentem e vão certamente ficar surpreendidos e rendidos, tal como eu fiquei.


Boas tacadas!!!

Fernando Serpa


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

NIKE VR_S COVERT DRIVER e COVERT TOUR DRIVER

NIKE VR_S COVERT DRIVER e COVERT TOUR DRIVER



O ano de 2013 vai ser de excelência para a Nike Golf. Não só porque vão ter novos nomes sonantes na sua "família" de Tour players, mas também porque da sua gama vão fazer parte novos produtos que vão dar que falar. E vão dar que falar pela inovação, pelo design e pela performance.

Vão ser lançados no mercado em Fevereiro de 2013 os novos Drivers Nike VR_S Covert e Covert Tour.

Como grande novidade, estes novos Drivers apresentam o sistema FlexLoft, onde uma só cabeça tem 5 opções distintas de loft (de 8,5º a 12,5º), 3 ângulos de face (neutral, open & close) com afinações independentes do loft (com 1 só Driver tem 15 Drivers diferentes à disposição), o sistema Speed Cavity Back, apresentando também uma cabeça de cor vermelha com o monograma da marca na parte interior da coroa. Gostos não se discutem, mas posso assegurar que é muito agradável ao address.             
                                                                                                                                  


A tecnologia Speed Cavity Back, reposiciona o peso internamente para onde ele é necessário (redistribui o peso para as zonas laterais traseiras da cabeça do Driver), aumentando assim o MOI (momento de inércia), proporcionando maior estabilidade no impacto na bola e transmitindo mais energia à bola. Mais energia é sinónimo de mais distância e maior estabilidade, o que resulta em shots também mais direitos.



A Nike Golf utiliza também neste novo Covert e Covert Tour a tecnologia NEXT CORE, já nossa conhecida da anterior gama VR_S. Uma maior área de face disponível com um maior efeito de trampolim, oferece distância adicional, mesmo nos shots batidos um pouco fora do centro da face.

As diferenças entre o Driver VR_S Covert e VR_S Covert Tour são a volumetria da cabeça, com 430 cc para a versão Covert Tour e 460 cc para a versão Covert. Na versão Covert Tour a face e a sola do Driver têm um acabamento escuro, enquanto na versão Covert  o acabamento é metalizado. Um parafuso de alta densidade é colocado na sola do Covert Tour, para posicionar o centro de gravidade e optimizar o ângulo de lançamento e spin rate. Esta versão é mais adaptada a jogadores com swings mais “treinados”, que gostam e conseguem “trabalhar” o voo de bola. A versão Covert, é mais adequada para jogadores cuja cabeça com 460cc ajuda a optimizar os shots, que minimiza os desagradáveis efeitos de side spin (hooks e slices) e cujo ângulo de lançamento mais elevado permite um melhor voo de bola, que conjugado com as restantes inovações que este novo Covert apresenta, torna este Driver uma peça de eleição.


Apresentadas as características e principais inovações que a Nike Golf introduziu nestas duas versões do seu novo Driver VR_S Covert, resta agora falar do que realmente se sente quando experimentamos estas novas “bombas”.
Pois bem, a primeira impressão com que fiquei e que ainda retenho, foi a reacção de um jogador que fez o 1º fitting com o novo Driver Covert. Ao dar o seu 1º shot, a reacção à impressionante saída da bola da face do Driver foi de espanto e admiração, face ao shots que tinha dado com o seu Driver de uma marca concorrente. É verdade, nota-se realmente a bola a sair “explosiva” da face do Covert. A distância adicional que a marca anuncia face às inovações tecnológicas introduzidas é perceptível. Todos os jogadores que observei a testarem o novo Driver Covert e Covert Tour, foram unânimes em afirmar que estavam perante Drivers diferentes dos que estavam habituados a jogar e que a tecnologia que a marca introduziu, sente-se e é visível.


Testei ambas as versões, a Tour equipada de série com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage White 60 e a versão Performance com uma vareta Mitsubishi Rayon Kuro Kage Black 50. Estabilidade da cabeça do Driver durante todo o movimento de swing e em especial no impacto na bola, excelente velocidade de saída da bola da face do taco e consistência, foram os principais elementos que retirei dos testes que efectuei, além obviamente das excelentes possibilidades de afinação que permitem tornar mais “nosso” este Driver. Fiquei com a sensação de estar perante um Driver que vai agradar ao mercado e que vai ter sucesso. É certo que como sempre digo, um Driver só é bom para nós, se a combinação cabeça/vareta for adequada ao nosso swing. As múltiplas possibilidades de afinação deste Covert, vão certamente permitir que se encontre uma especificação que facilmente se adeqúe às características de cada jogador. A partir de Fevereiro e depois do lançamento do Covert, a marca vai disponibilizar várias opções de varetas custom, por forma a servir melhor todos os potenciais clientes da marca.

Não tenho dúvidas em afirmar, que estamos perante uma das grandes revelações de 2013. E este Driver Covert não vem só. Consigo trás a família completa. Madeiras de Fairway, Híbridos e Ferros. Num próximo artigo, falarei em detalhe da restante gama Covert.


Experimente e vai certamente ficar surpreendido, tal como eu fiquei.


Boas tacadas!!!

Fernando Serpa


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

NOVO DRIVER TAYLORMADE R1



A TaylorMade vai lançar o substituto do seu actual Driver R11S. O novo R1.


Em breve vamos testar este novo Driver e fazer um artigo de opinião, mas deixamos aqui alguns dos aspectos fundamentais deste novo Driver TaylorMade.


A marca teve como preocupação criar uma cabeça que servisse todo o tipo de jogadores. Desde um handicap alto, ao profissional. Todos podem jogar com este Driver, desde que tenha a vareta correcta ao seu swing e as afinações necessárias.
Uma melhor performance, derivada de  uma maior velocidade de saída da bola da face do driver e um spin rate mais moderado que o seu antecessor, fruto de um reposicionamento mais baixo do centro de gravidade.


A cabeça continua branca, mas agora com um grafismo na coroa que pode suscitar reacções contraditórias. Mas nestas coisas, quanto a mim, o que interessa é a performance, sendo que apesar do aspecto ser importante, neste caso também não é desagradável ao address.



Como novidades temos um hosel com um novo sistema de regulações de loft, permitindo escolher 4 loft's entre os 8º e os 12º (com 2 loft's intermédios). O sistema de afinação de ângulo de face tem agora mais afinações, permitindo abrir ou fechar a face até 3º. O sistema de pesos permutáveis, está neste Driver restringido a 1 peso na parte exterior da cabeça, podendo depois ser alterado o peso em função das necessidades de cada jogador.



Vem equipado de série com uma vareta Aldila RIP Phenom, mas outras opções vão ser como habitualmente disponibilizadas pela marca.
  • Aldila RIP Phenom 55 — X, S, R, M and L Flexes
  • Aldila ROP Phenom 65 TP — X, S and R Flexes



Em breve testaremos este novo Driver R1 da TaylorMade e daremos conta do que realmente este Driver pode trazer para melhorar o nosso jogo.

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

sábado, 22 de dezembro de 2012

FESTAS FELIZES!



O Golfe para Golfistas deseja a todos os seus leitores, um Feliz Natal e um 2013 cheio de saúde e GOLFE!

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

QOD Electric trolley

QOD Electric trolley

Escrever sobre um trolley eléctrico não é fácil. Todos eles têm rodas, transportam os nossos sacos de golfe, usam uma bateria de chumbo ou lítio (aqui sim existe uma diferença significativa) e estão disponíveis no mercado, das mais diversas marcas e modelos.
Mas se até aqui nunca tinha escrito sobre nenhum trolley eléctrico, era porque ainda não tinha reconhecido em nenhum dos modelos que estão disponíveis, uma mais-valia que se destaca-se dos seus concorrentes. É certo que existem marcas mais ou menos reputadas, com melhor ou pior assistência técnica (factor importante a ter em conta no momento da compra), com modelos mais ou menos atraentes, mas para mim, além de todos estes factores que enumerei, um dos mais importantes é o espaço que ocupa no transporte.
Este Trolley eléctrico QOD de uma só peça, é o mais pequeno do mundo (ou seja não se necessita desmontar nenhuma peça para guardar), tendo como dimensões fechado uns extraordinários 27cm x 30cm x 42cm. Abre-se/monta-se em apenas 5 passos. Apresenta uma consola, com um sistema digital de controlo de velocidade, com 3 programações de distância e um sistema simples mas muito eficaz de retenção dos sacos de golfe.
Experimentei este trolley em 2 campos de golfe, tendo a sua bateria de lítio de 18 buracos durado facilmente para 27 buracos. Usei um Cart Bag bem cheio e pesado, tendo entre as duas voltas que fiz em campos com bastante relevo, feito um interregno de 24 horas, o que me indica que a bateria pode oferecer uns 36 buracos se for utilizado em dias sucessivos e com sacos com um peso mais aceitável (o que não é o caso do meu saco).


Estável até em pisos com bastante desnível, ou irregulares, apresentou um comportamento que em nada o compromete comparativamente aos seus outros concorrentes.
Mas o melhor de tudo e em especial para golfistas cujo vício se estende a mais elementos da família, é o pouco espaço que ocupa no transporte. No meu carro coloquei-o facilmente atrás do banco do condutor, na mala do carro com mais 2 sacos (poderia ter colocado 2 destes trolleys com 2 sacos por cima). E vem com opção de bolsa de transporte, que facilita o transporte e evita sujar as nossas viaturas.
De salientar a bateria de lítio, muito pequena e leve, que se transporta muito facilmente e que é muito rápida a carregar.
Como última nota, quero salientar a vantagem que este trolley pode oferecer aos campos de golfe que alugam trolleys eléctricos. Sendo o espaço algo tão importante quando toca a guardar o material, o facto destes trolleys fechados ocuparem tão pouco espaço, será decerto uma vantagem competitiva e que agradará muitos aos campos de golfe que compram este tipo de produto para alugar.
A marca informa que oferece um serviço de assistência técnica rápido e eficaz em caso de avaria.
Podem através do web page da marca http://www.qodgolf.com.au/ obter mais informações. Este trolley é distribuído para Portugal pela empresa PGOLFE (https://www.facebook.com/pgolfe?fref=ts).

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

SeeMore putters!





Não existe nada pior que terminar uma volta de golfe e dizer: “Joguei bem do tee ao green e depois estraguei tudo com vários greens a 3 putts”.

Confesso que “aceito” com mais naturalidade poder falhar shots de driver, madeira de fairway e ferros, do que fazer mais de 2 putts ou mesmo falhar putts curtos. A razão para “aceitar” naturalmente poder falhar a execução de uma pancada com driver, madeiras ou ferros, deve-se ao facto do movimento de swing ser complexo, envolver a coordenação de muitos grupos musculares, ser amplo e como tal difícil de dominar. O swing com o putter, é pendular, curto, muito mais controlável, exige sensibilidade mas não coordenação de muitos factores em simultâneo. Como tal, deveria ser mais “fácil” do que normalmente é, conseguir uma boa concretização e resultados. Costuma-se dizer que com o putter é que se ganha torneios, especialmente se tivermos uma boa consistência no jogo comprido e médio.

Mas afinal, o que queremos e por vezes não conseguimos ter no swing com o putter?
Se no swing completo com os restantes 13 tacos que temos no saco, pela sua amplitude, variação consoante o tipo de pancada que queremos executar (draw, fade, punch, etc.), assume diferentes planos, intervenção de mãos, postura e stance variados, no movimento de swing com o putter, o que queremos é garantir a repetição do mesmo movimento simples e pendular, sempre que executamos a pancada, variando somente a intensidade da mesma, consoante a distância e velocidade dos greens. Mas acima de tudo, a repetição do movimento sem variação das coordenadas base é o factor de sucesso para uma boa performance nos greens.



A SeeMore, marca de putters que se apresentou ao mercado e entrou no Tour em 1998, oferece não só uma vasta gama de putters de inquestionável qualidade, como uma filosofia de utilização dos mesmos, que proporciona um grau de concretização e performance nos greens, acima da média.
E se alguns jogadores de golfe menos atentos a esta indústria não reconhecem de imediato a marca, deixo aqui alguns dados que ilustram quem é a SeeMore.

Em 1999, a marca obtém a sua primeira vitória num Major, através de Payne Stewart, que ganhou o US Open em Pinehurst. 24 putts na volta final e o putt mais comprido da volta, detiveram a concorrência directa de Phil Mickelson e Tiger Woods. Em Setembro de 1999, Payne Stewart liderou as estatísticas de menor número de putts por volta na PGA, tendo ganho com os seus compatriotas a Ryder Cup e morrido tragicamente um mês depois.
Em 2003, Zach Johnson liderou o Nationwide Tour em média de putts por volta, tendo sido o melhor com uma média de 1,699 putts por green in regulation. Terminou em primeiro na lista de ganhos do Nationwide Tour, com 2 vitórias na época. Em 2006 Zach Johnson ganhou a sua primeira prova da PGA com um putter SeeMore.
A partir de 2007 com o lançamento dos 100% USA milled mSeries e com a 2ª vitória num Major, através de Zach Johnson, a marca afirmou-se em definitivo, como uma marca de referência de putters a nível mundial.
Actualmente a marca comercializa os seus produtos em mais de 40 países.
A SeeMore tem o seu sistema de alinhamento exclusivo (RST- The RifleScope Technology) patenteado.


Mas voltando ao ponto em que estava, antes de apresentar um pouco da história da SeeMore aos mais incautos, referia-me a toda uma filosofia que está por trás da utilização dos seus putters, factor chave para o sucesso. A filosofia da marca não se resume ao putter, mas também à utilização do mesmo, que se baseia em 4 pontos: stance (ombros e pés alinhados), postura (comprimento do putter adequado para evitar uma tensão excessiva nos músculos lombares), alinhamento (colocação do putter centrado com o seu stance) e grip (o grip é colocado nos dedos e não nas palmas das mãos). Todos eles conjugados garantem uma consistência do movimento e uma repetição do mesmo sempre que se vai executar a pancada. A juntar a estes 4 pontos, na colocação à bola, o jogador não pode ver o ponto vermelho colocado em todos os putters da marca, por trás da vareta (sistema de alinhamento exclusivo e patenteado RST- The RifleScope Technology), caso contrário, a face do mesmo estará aberta ou fechada, consoante se vir o ponto vermelho à esquerda ou direita da vareta, respectivamente.

A grande vantagem da marca, é que o jogador escolhe entre a gama de putters que a marca oferece, aquele com que se sente melhor ao address, o que lhe transmite o melhor feeling, assim como a sensação de toque na bola que mais lhe agrada e a partir daí, basta seguir os 4 pontos da filosofia de utilização dos putters SeeMore, para se começar a ganhar consistência e repetição constante do movimento. Essa é a chave do sucesso!



Tenho experimentado variados putters da gama SeeMore, assim como a filosofia de utilização da marca e posso garantir que rapidamente se sente melhorias na execução das pancadas no green. A SeeMore marca apresenta putters de excelente qualidade (uma gama variada com diferentes tipos de materiais, acabamentos e preços), estando já disponíveis para o mercado nacional.

Caso se pretenda marcar um serviço de fitting personalizado, basta ligar para o nº 922292782 ou através do e-mail: seemoreportugal@sapo.pt .
A marca oferece também um serviço de clínicas para a apresentação dos seus putters e filosofia de utilização dos mesmos.


Boas tacadas !!!
Fernando Serpa

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

“ IN” & “Out” no Golfe! Dezembro 2013!


A avaliação “IN” e “OUT” não representa nenhuma análise valorativa ou pejorativa dos produtos que nelas fazem parte, se não uma indicação do que no momento está mais na moda, segundo uma análise e leitura de mercado.

Este mês na rúbrica “In” & “Out”, olhamos para os sapatos de Golfe.

“IN”




Sapatos de Golfe spykless estãoIN”!

Não foram pioneiros, mas lançaram a grande moda. A ECCO, com os seus sapatos de golfe sem spykes, popularizados pelo incontornável Fred Couples, vieram trazer à modalidade uma forma mais descontraída, prática e confortável de se jogar. Acima de tudo, uma das grandes vantagens destes modelos é que podemos sair logo de casa calçados com os sapatos de golfe e ao terminar a partida, regressar sem ter de os mudar e até mesmo passear com eles.
Temos actualmente imensas ofertas de sapatos de golfe spykless de reputadas marcas como a Adidas, Footjoy, Ashworth, Ecco e Nike. . Testei diferentes modelos das marcas que enunciei e perante todos os dados que recolhi dos testes de utilização que efectuei, destaco os sapatos spykless da Ecco e da Nike pelo conforto e acima de tudo pela sua capacidade de nos manterem “agarrados” ao chão durante o movimento de swing em diferentes condições de piso. Contudo, os sapatos spykless apesar de nos “agarrarem” bem ao chão durante o movimento de swing, não têm a mesma tração que os sapatos com spykes, pelo que se deve ter sempre esse factor em conta.


“OUT”





Sapatos de golfe com spykes estão “OUT”.

Estão a ser “ultrapassados” pelos sapatos de golfe spykless, não porque não tenham qualidade ou percam em capacidade de tração, pelo contrário. Mas modas são modas e por isso mesmo, conseguem capitalizar argumentos, que pelo que se vê hoje em dia nos campos de golfe, estão a criar fãs em jogadores de todas as idades.
Jogadores como Fred Couples, mas também como Justin Rose, entre outros, ajudam a que esta tendência se torne moda e assim ganhe cada vez mais adeptos.
Mas será que os sapatos de golfe com spykes vão ser ultrapassados pelos sapatos spykless? Não creio, mas que a moda dos spykless veio para ficar e vai ganhar uma quota de mercado com alguma importância nos próximos anos, ai isso acredito.

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Novo Callaway RAZR Fit Xtreme DRIVER






Com lançamento previsto para o início de Janeiro de 2013, o novo Driver Callaway RAZR Fit Xtreme, promete, segundo a marca, ser o Driver mais longo que a marca jamais produziu.
Além de ser o mais longo que a Callaway produziu até hoje, com sistema de regulações e ajustabilidade às características do jogador, a marca introduziu novas e avançadas tecnologias para melhorar a performance e promover distância adicional em relação ao seu antecessor o Tour-proven RAZR Fit® Driver.



Este novo Driver apresenta a nova e excelente Speed Frame Face Technology, mais fina e resistente, mais eficiente na transferência de energia para a bola.
Um centro de gravidade reposicionado mais baixo, potenciando um melhor ângulo de lançamento e consequente distância adicional, assim como um novo sistema de pesos que permite uma melhor afinação do Driver às características de cada jogador.
Os principais pontos a destacar neste novo Driver e que fazem dele um produto a avaliar seriamente são:

- Speed Frame Face Technology: A Speed Frame Face Technology  é a combinação das tecnologias já nossas conhecidas VFT e Hyperbolic Face, potenciando assim uma face de titanium mais fina, com um sweet spot mais largo, aumentando assim a velocidade de saída da bola da face. Este sistema liberta peso que é redistribuído pela cabeça do Driver, melhorando assim o posicionamento do centro de gravidade e maximizando o movimento de inércia (MOI).

- Forged Composite Crown: A marca tem vindo a trabalhar e desenvolver o Forged Composite, uma avançada fibra de carbono. A utilização deste material, permite ter uma coroa com 12,1 gramas, sendo a coroa de Driver mais leve do Mercado, permitindo assim reposicionar o peso do centro de gravidade e aumentar o MOI;

- OptiFit Technology: OptiFit Hosel e OptiFit Weights. Estes são os dois sistemas de afinação que este novo Driver oferece, O hosel permite ajustar o ângulo de face (Open, Square e Closed), enquanto o sistema OptiFit Weights com o peso de 13gr e 1 gr, permite ajustar o centrod e gravidade para promover shots com trajectória neutra ou em Draw;

- Mais lofts e volumetrias de cabeça e duas varetas standard: O Callaway's RAZR Fit Xtreme incorpora mais lofts na sua gama. As opções 8,5º, 9,5º e 10,5º têm uma volumetria de cabeça de 440 cc (outros lofts com 460 cc). De séria vêm a equipar este Driver duas varetas. A nova Aldila TRINIT 60, da qual a Callaway é a única marca a utilizá-la como vareta standard num Driver em 2013. Esta nova vareta encerra em si todas as novas tecnologias recentes da Aldila (Tecnologias NV, Voddo e Grip). A vareta utilizada é a original e não uma versão adaptada para a Callaway. Como 2ª opção a marca oferece uma vareta MATRIZ OZIK HD 7M3, esta mais apropriada para jogadores que geram elevada velocidade na cabeça do Driver.

Em breve testaremos este novo Driver e daremos conta desse teste num artigo de opinião. Parece ser pelas características descritas, uma opção a considerar.

Boas tacadas!!!
Fernando Serpa